quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

"Ginjas" vence nos prémios ZON



A série de animação infantil portuguesa “Ginjas”, produzida pela Animanostra, foi a grande vencedora do prémio Zon 2011, no valor de 80 mil euros, na categoria Animação Digital, anunciou a operadora de telecomunicações.

 Ginjas

Pelo quarto ano consecutivo, a empresa liderada por Rodrigo Costa atribui o prémio Zon Criatividade em Multimédia, que é o maior prémio monetário nacional atribuído num concurso multidisciplinar, com o valor global de 200 mil euros, segundo a empresa.

Ainda na categoria Animação Digital, “Depressure” de Dadid Mourato, ficou em segundo lugar, o que correspondeu a um prémio de 12.500 euros, seguido de “As Extraordinárias Aventuras de Dog Mendonça e Pizzaboy II”, de João Alves, que arrecadou 7.500 euros. Na categoria Aplicações e Conteúdos Multimédia, o primeiro lugar foi para “GimmeDaBlues”, um trabalho de Carlos Guedes, que recebeu trinta mil euros, e em segundo lugar ficaram dois trabalhos; “Smart Companion” e “iflexi.mobi”, arrecadando cada um 6.250 euros.

"Depressure", de Dadid Mourato

Já nas curta metragens, o júri considerou que “os trabalhos não conformavam com os seus critérios de classificação”, tendo o valor global do prémio (de 50 mil euros) sido distribuído pelos 10 finalistas.

Na cerimónia estiveram presentes o ministro Adjunto e dos Assuntos Parlamentares, Miguel Relvas, o secretário de Estado da Cultura, Francisco José Viegas, e o secretário de estado do Empreendedorismo, Competitividade e Inovação, Carlos Oliveira, entre outros. Numa curta intervenção no final da cerimónia, Miguel Relvas elogiou a iniciativa e defendeu que “é altura de ir buscar aqueles que se assumem com qualidade”.

O governante considerou que cabe ao serviço público multimédia continuar a inovar e a apostar em novos talentos, sublinhando que o papel do Estado é “saber estimular” a inovação. Adiantou que a Secretaria de Estado da Cultura está a definir um novo quadro de novos apoios e que “a RTP terá um papel importante”, apostando na inovação, que leva à diversidade, o que por sua vez, permite “uma democracia mais forte”. (fonte: p3)

Musicbox: Capitão Fausto



01H00 . Sexta . 03 . Fev
Concerto . Rock . PT
8€

Façam este exercício mental, andar em cima de uma Gazela agarrados aos chifres a uma velocidade de 70kmh, qual seria a vossa reacção? Gritar? Espernear? Levantar as mãos bem alto de felicidade? Contar a toda a gente que o fizeram?
Se responderam sim a todas as perguntas feitas anteriormente, é exactamente isso que vai acontecer a ouvir o disco dos Capitão Fausto!

Reúnam toda a gente que conhecem, digam que vão estar presentes Jimi Hendrix, Arctic Monkeys, Carlos Santana, Gentle Giant, Pink Floyd, Can, John Coltrane, The Doors, os Tame Impala ou mesmo os Beatles, digam que vai haver comida mexicana, fruta fresca e mucha fiesta!





Tomás Wallenstein na guitarra e voz, Domingos Coimbra no baixo, Manuel Palha na outra guitarra, Francisco Ferreira nas teclas e Salvador Seabra na bateria cortam a Gazela ao meio numa explosão de cor num disco que se divide em dois mundos muito particulares com um toque de classe e subtileza na faixa titulo e que separa a Gazela. (fonte:
http://www.musicboxlisboa.com)

Érico Veríssimo - Biblioteca de Montijo

Na próxima quinta-feira, dia 2 de fevereiro terá lugar a conferência “Érico Veríssimo, um romancista brasileiro de Mário Dionísio”, proferida por João Marques Lopes, pelas 17h00, no Auditório da Biblioteca Municipal.

Érico Lopes Veríssimo (1905- 1975) foi um dos escritores brasileiros mais traduzidos no mundo tornando-se num dos mais populares do século XX. Um autor que explora vários géneros literários dentro do estilo modernista. Érico Veríssimo na Biblioteca de Montijo<br>
Conferência proferida por João Marques Lopes

O conferencista, licenciado em Filosofia pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa é autor de várias biografias de escritores portugueses, entre as quais da primeira biografia acerca de José Saramago (2010). Tem vários artigos e comunicações em revistas e colóquios.

A conferência está incluída no programa inaugural da exposição “Érico Veríssimo”, patente até ao dia 1 de Março 2012, integrada no Ciclo de Exposições de Autores da Língua Portuguesa promovida pela Biblioteca Municipal Manuel Giraldes da Silva.

A exposição pode ser visitada de Terça a Sexta, entre as 10h00 e as 19h00, e de Segunda e Sábado das 14h00 às 19h00. (fonte: http://www.rostos.pt)

Concurso Nacional de Teatro - Póvoa de Lanhoso



As parcerias, os prémios e as novidades da edição de 2012 do Concurso Nacional de Teatro da Póvoa de Lanhoso foram apresentadas aos jornalistas pelo Presidente da Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso, Manuel Baptista, pelo Presidente da Federação Portuguesa de Teatro, Rafael Vergamota, e pelo Diretor do Departamento Cultural da Fundação Inatel, Sérgio Mateus. O evento decorre de 3 de fevereiro a 3 de março, no Theatro Club, projetando por todo o país o nome do Concelho que recebe este evento pelo oitavo ano consecutivo.

De entre as novidades, há a salientar, por exemplo, que a edição deste ano regista a colaboração da Fundação Inatel e tem o apoio da Secretaria de Estado da Cultura. Sublinhando a qualidade e o nível que atingiu já este evento, o Presidente da Câmara Municipal Povoense, de entre outras considerações, agradeceu aos representantes das entidades parceiras que tornam possível este Concurso. “Muito nos honra que a Póvoa de Lanhoso seja palco deste Concurso Nacional de Teatro”, referiu Manuel Baptista, considerando ainda que os decisores políticos devem apoiar cada vez mais os grupos amadores.

Presentes na apresentação de hoje estiveram ainda a Vereadora da Cultura da edilidade Povoense, Fátima Moreira, e o autor, encenador e ator de “Salvo Conduto”, da Associação Sorriso do Atlântico (do Funchal), vencedor do Prémio de Teatro da Fundação INATEL em 2010 e concorrente ao Concurso de Teatro da Póvoa de Lanhoso, João Ricardo Aguiar.

“A Póvoa de Lanhoso é já um palco privilegiado para a realização de eventos relacionados com o teatro e, de uma forma muito particular, do teatro não profissional. Numa altura em que há grandes constrangimentos financeiros, que há algumas dificuldades em termos orçamentais, a Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso não quis deixar de continuar a apostar na realização do Concurso Nacional de Teatro. Importa aqui relevar este esforço, que, de alguma forma, tenta dar continuidade a um trabalho de quase uma década e que não poderia ser colocado em causa, tendo por isso sido assumido como uma prioridade no âmbito da programação cultural da Póvoa de Lanhoso”, destacou a Vereadora Fátima Moreira, para quem “se não fosse o grande esforço dos municípios para mesmo com os magros orçamentos levarem as estratégias culturais avante, proporcionando aos seus munícipes atividades de lazer e culturais de interesse, e se não fosse também o trabalho árduo e de muito empenho de muitas associações e grupos como são estes que estão aqui a concurso e outros que passaram por aqui a cultura estaria em muito pior situação do que a que está”.

Para esta responsável, “mais do que nunca, urge este esforço coletivo, o esforço dos municípios, o esforço dos grupos, das associações que, de uma forma empenhada e numa perspetiva de interajuda e de cooperação, ainda conseguem proporcionar ao público momentos de excelência, ao nível da cultura e daquilo que de melhor se faz em território português. Este concurso é um bom exemplo de cooperação”. O Diretor do
Departamento Cultural da Fundação Inatel, Sérgio Mateus, destacou, de entre outros aspetos, isso mesmo. “Na fase em que estamos, é fundamental a questão das parcerias, é fundamental aproveitar o que já existe e associarmo-nos a quem sabe fazer”, considerou, referindo ainda que “é importante apoiar o teatro amador, mas também é importante proporcionar que o teatro amador cresça em qualidade”.


Produções de todo o país na Póvoa de Lanhoso
Concorrem a este certame nove produções de sete distritos do país. As produções foram pré-selecionadas pela Federação Portuguesa de Teatro, representam o que de melhor se faz em Portugal ao nível do Teatro de amadores e serão avaliadas por um júri em sete categorias: Ruy de Carvalho para o melhor espetáculo, Orlando Worm para o melhor desenho de luz, melhor encenação, melhor guarda-roupa, melhor cenografia, melhor interpretação masculina e melhor interpretação feminina.

Fruto da parceria agora estabelecida com a Fundação Inatel ao grupo vencedor do prémio Ruy de Carvalho será dada a oportunidade de estrear no Teatro da Trindade, com a colaboração de um encenador profissional, assim de como a de uma eventual mini-digressão por algumas salas de espetáculo do país e receberá um apoio monetário. Este ano, de nove textos, sete são originais. Representando a Associação Sorriso do Atlântico e selecionado para o Concurso de Teatro da Póvoa de Lanhoso, João Ricardo Aguiar sintetizou o que move os participantes: “Queremos agradar e ser premiados!”.

São vários os ingredientes que tornam o Concurso Nacional de Teatro da Póvoa de Lanhoso, único no país, cada vez mais apetecível para o público, mas sobretudo para os grupos, pois atingem outra notoriedade e outro prestígio em termos nacionais. De tal forma que, segundo revelou o Presidente da Federação Portuguesa de Teatro (FTP), Rafael Vergamota, a pré-seleção já é para muitos dos concorrentes uma vitória. “Há muitas estruturas que concorrem tendo como horizonte chegar à fase final. Já nem sequer põem como hipótese, nesta fase de candidatura e sujeitas a pré-avaliação, pensarem já em prémios como objetivo final e isso vem demonstrar a competitividade, a seriedade, a fasquia de qualidade que o concurso já impôs aos grupos quando participam. Muitos deles já produzem espetáculos propositadamente para os candidatar aqui, tendo como primeiro objetivo a apresentação pública e a efetivação de digressões”, referiu, destacando ainda que “a FTP é abordada sistematicamente ao decorrer de cada ano por várias estruturas que querem perceber qual é a forma que têm para concorrer ao Concurso Nacional de Teatro, porque as premiações que são conquistadas aqui e a realização do concurso na Póvoa de Lanhoso espalha-se por todo o território nacional”.

Este ano, este Concurso marca também de forma singular o programa das Comemorações dos 10 anos da Reabertura e Programação Regular do Theatro Club, palco que recebe já a partir de 3 de fevereiro a primeira produção em competição nacional.
(fonte: correiodominho)

Paulo de Carvalho nas Caldas da Rainha

 


Paulo de Carvalho, por duas vezes vencedor do Festival RTP da Canção e a celebrar 50 anos de carreira, canta no próximo sábado à noite, dia 04 de Fevereiro, nas Caldas da Rainha.

No Grande Auditório do Centro Cultural e de Congressos das Caldas da Rainha, o cantor, letrista e compositor, apenas acompanhado ao piano por Victor Zamora, irá passar em revista êxitos como “Nini dos meus 15 anos”, "Abracadabra" ou “Gostava de vos ver aqui”.

Em 1974 Paulo de Carvalho venceu o Festival RTP da Canção com o tema “E depois do adeus”, que seria de primeira senha para a saída das tropas na madrugada do 25 de Abril de 1974, que determinou a queda da ditadura.

Integrado no grupo Os Amigos, do qual, entre outros, faziam também parte Helena Isabel e Ana Bola, Paulo de Carvalho voltou a vencer o festival, em 1977, com a canção “Portugal no Coração”.

Fazendo uma perspectiva da carreira, Paulo de Carvalho afirmou à Lusa que tem mudado por opção. “Vamos mudando através dos anos e tenho feito muito para mudar para melhor, espero eu… e a diversos níveis, tanto profissional como pessoal”, disse.

“As pessoas não podem hoje ouvir o mesmo Paulo de Carvalho de há dez anos, quanto mais de há 20 ou 30. Há outra carga emocional e afectiva, e eu sou outra pessoa, tenho consciência disso, e fiz muito por isso”, sentenciou.

Referindo-se à sua música, Paulo de Carvalho descartou o “ir em modas pois estas são passageiras” e afirmou que tem “pesquisado muito mais as raízes da cultura musical portuguesa, a partir do fado", que definiu como "étnico-urbana”.
“As modas são efémeras e eu, se numa ou noutra altura, até por desejo de mudança, pude ter tentado acompanhar as modas, cada vez mais faço uma pesquisa pelas raízes da música portuguesa, a partir do fado”, sublinhou.
Para o autor, “prateleiras à parte”, assume-se como “cantor de música ligeira - ou antes música séria, e outra que se faz para rir, e eu só me rio”.


Paulo de Carvalho, 65 anos, começou em grupos de música rock, nomeadamente os Sheiks, que fez grande sucesso na década de 1960.
O ano passado, em Julho, o intérprete de “Flor sem tempo” editou o primeiro DVD da sua carreira, que regista o concerto realizado em 2009, no Museu do Oriente, em Lisboa.
Além do espectáculo com o qual encerrou a digressão “Do Amor”, o DVD inclui um documentário biográfico de autoria de Maria João Gama e Rui Capitão, com testemunhos de colegas, amigos e filhos.


À Lusa o cantor afirmou que projecta celebrar o cinquentenário artístico “com um conjunto de actuações no país, não só no litoral e nas grandes cidades, mas nos muitos e excelentes auditórios e teatros que o país tem e onde estão também pessoas”.
No dia 11 de Fevereiro, pelas 21:30, Paulo de Carvalho e Victor Zamora sobem ao palco do Teatro Bernardim Ribeiro, em Estremoz. (fonte:
http://www.hardmusica.pt)

Dupla portuguesa na London Fashion Week



Marta Marques e Paulo Almeida são os únicos designers portugueses de moda a apresentarem colecções na semana da moda de Londres, que decorre de 17 a 22 de Fevereiro, e onde serão apresentadas as colecções para a o outono/inverno de 2012/13.

Esta não será a primeira vez que a dupla, sediada na capital londrina, apresenta trabalho na semana da moda de Londres. No currículo têm já duas presenças, uma colectiva, no âmbito do fim de mestrado na universidade Central St Martins, em 2010, e outra individual, em Setembro do ano passado.

A principal fonte de inspiração de Marta Marques e Paulo Almeida para esta colecção é a década de 1990 e a “cena musical grunge de Seatlle”, como já foi em colecções passadas, “mas desta vez o ambiente será menos urbano e mais ‘camping’”, disse Marta Marques em declarações à Lusa.

A dupla recria “formas icónicas da ‘street culture’” [cultura de rua] dessa década, como camisolas ‘oversize’, t-shirts e jeans para chegar ao que define como um tipo de vestuário “cool, jovem, ‘effortless’ e contemporâneo”.  (fonte:
http://www.acorianooriental.pt)

Cultura Notícias - Licenciatura em guitarra portuguesa

 
O Fado foi reconhecido com Património da Humanidade. Na ESART, ensina-se a guitarra portuguesa que lhe dá forma. O canto e viola vêm a seguir
Funciona na Escola Superior de Artes de Castelo Branco (ESART) a única licenciatura em guitarra portuguesa do País. Um curso que certifica saberes antigos ao mesmo tempo que ajuda a mudar vidas, como testemunhou a Gazeta do Interior. Aos 56 anos, o médico Themudo Barata voltou a ser aluno para fazer aquilo de que sempre gostou: tocar guitarra portuguesa. Reduziu as consultas e as aulas de nutrição na Covilhã ao mínimo e agora é um dos alunos da licenciatura. (fonte: http://www.gazetadointerior.pt/)