quarta-feira, 17 de julho de 2013

Um Porto de Contos 2013



Uma iniciativa de “serviço público”, intimamente ligada à arte, ao passado e à história. Uma acção cultural e educativa que valoriza a arte de contar histórias como actividade espontânea e intuitiva.

Missão/público infantil e adulto
O que se pretende é conjugar várias linguagens artísticas à volta das histórias. Contar contos, lendas e histórias e reavivar a memória dos adultos, as tertúlias de outros tempos, o encontro de pessoas com interesses comuns, de diferentes idades, de modo a aproximar gerações e reflectir sobre o mundo. Os mais crescidos também podem ouvir boas histórias: narrativas para gente grande, a par dos contos pensados para o público infantil.

O Ateneu Comercial do Porto será o palco principal do «Um Porto de Contos»- Encontro Internacional de Narração Oral, a decorrer entre 26 a 28 de julho. Nesse espaço- repleto de passado e «história» - decorrerão várias iniciativas em simultâneo e em várias salas, com destaque para as sessões de contos. Haverá, igualmente, exposições de arte, a feira «Porto das Letras, Artes e Palavras», exposições fotográficas, os «Sacos com Histórias», visitas guiadas, artes plásticas, tertúlias, apresentação de livros, sessões de autógrafos, música, os Contos Vadios e outros motivos de visita e escuta.

Convém salientar que todas as actividades a decorrer em dois andares do Ateneu Comercial do Porto são de entrada livre, um convite aos cinco sentidos, ao longo destes três dias de festival.
As únicas actividades sujeitas a bilhete são as oficinas e as sessões de contos principais, com palco no salão nobre do Ateneu.

A Invicta merecia ter um evento como este dedicado aos contos e às narrativas!

O pré-festival - já a decorrer em vários espaços do Porto- tem trazido variadas propostas para todos os públicos à volta das histórias, como a iniciativa «Entre Contos & Vinhos», marcada para 20 de Julho, nas caves Croft, em Gaia, pelas 21horas. Uma sessão com provas de vinhos, histórias e música.


Conta com a participação de narradores muito respeitados a nível internacional:


     Espectáculos/Sessões de contos com os narradores nacionais e internacionais
     Sessões de contos para famílias
     Oficinas sobre a arte de contar histórias e animação de leitura
     Sessões de autógrafos com escritores, onde se inclui a parceria com a iniciativa «Não há Feira mas há escritores», que surgiu em protesto contra a não organização da Feira do Livro do Porto
     Encontro com escritores e ilustradores do Brasil, Portugal e Espanha
     Visita guiada pelos pontos centrais da cidade com guia intérprete especializado em contos em francês, espanhol, inglês e português, dinamizada pela equipa da NTDM-Specialized Tourism, em parceria com a Escola de Narração Oral Itinerante Clara Haddad. Partidas e Chegadas via Ateneu
     Exposição dos sacos com histórias
     Espaço aberto para novos talentos e interessados na narração oral mediante inscrição, os designados «Contos Vadios»
     Feira do Livro com espaço para artesanato urbano
     Exposições


O circuito de contos para testar os públicos que percorreu vários espaços do Porto foi um sucesso.

(fonte: http://www.umportodecontos.com)


Porto de Poesia

Portugal e Espanha sincronizam o cartaz de seus festivais de música


Os grandes festivais musicais lusos, Optimus Alive e Super Bock Super Rock, sincronizam mais que nunca este ano os seus cartazes com o BBK Live e o FIB, respectivamente, um doblete de grandes nomes para salvar distâncias ou repetir menu.

No entanto, e ao contrário do que ocorre com as versões irmãs do Primavera Sound que se realizam no Porto e Barcelona, esta similaridade responde mais a agendas dos artistas que à intencionalidade dos organizadores.

O próximo dia 12 de julho o Optimus Alive, considerado o maior festival de Portugal, inaugura oficiosamente a chegada estival das figuras da música mundial a solo luso.
Os californianos Green Day se apresentam como cabeça de cartaz de um primeiro dia no qual também aparecem Vampire Weekend e Two door cinema clube, só o primeiro trio de bandas que também atuarão no Bilbao BBK Live, que começa um dia antes com os quais serão os protagonistas do sábado no Optimus, Depeche Mode.

Este plenário de coincidências dos cabeças de cartaz, presentes tanto em Lisboa como na cidade basca, se completa com Kings of Leon, que fechará a sétima edição do evento musical luso no qual se esperam reunir a entre 40.000 e 45.000 pessoas a cada dia.

"Pertencemos à rota de maiores festivais da Europa, é normal que coincidamos", indicou a EFE Álvaro Covoes, diretor do Optimus Alive, quem explicou que os artistas tentam "quadrar as suas agendas" para fazer "doblete" nos eventos ibéricos pela pouca distância que os separa.

Esta proximidade entre eventos também permite uma grande presença de público espanhol nos eventos portugueses mais próximos para regiões como Extremadura ou Andaluzia e que fazem parte do 33 % do público estrangeiro do Optimus Alive, onde os espanhóis são os mais vários junto aos ingleses.

"Às vezes são os músicos os que nos contactan, outras vezes somos nós os que lhes buscamos", indicou Covoes.

No outro casal de baile em matéria de eventos musicais, a do Super Bock Super Rock com o Festival Internacional de Beniccásim (FIB), os ritmos que compartilharão com uma semana de diferença são os de The Killers, os Artic Monkeys e os Queens of the Stone Age, cujo apresentação, no domingo 20 de julho, é o mais demandado.

Embora, segundo explicou a EFE Jwana Godinho, responsável da organização do festival luso celebrado na turística Sesimbra, são notáveis outra apostas próprias que "fazem sentido" dentro do Super Bock Super Bock e que não acodem à Comunidade Valenciana.

Entre elas, trazer ao cantor de R&B Miguel ou a Gary Clark Jr., cuja fama cresceu em Portugal após pôr música a uma das campanhas da marca de cerveja que é o seu máximo patrocinador.

"Não podemos, nem pretendemos concorrer com o FIB", diz Godinho, cujo festival dura um dia menos e "não se enfoca tanto ao público inglês".

Mas além destas dois grandes citas musicais, o verão luso oferece outros estilos musicais e outros artistas de renome organizados em torno de diversas ofertas.

O polifacético Cee Lo Green coincidirá com a versão "reggae" de Snoop Dog -Snoop Lion- e com Calvin Harris no festival MEO Sudoeste.

Ainda os americanos Thirty Seconds to Mars e The Smashing Pumpkins serão os principais reivindicações do MEO Marés Vivas.

No Cool Jazz Fest, outra cita musical destacada do verão luso, atuarão Diana Krall, Rufus Wainwright e Jamie Cullum.

Além disso, músicos dos considerados "alternativos" -ou não tanto- estarão no festival Paredes de Coura, como Belle and Sebatian ou The Vaccines, um dos muitos que tocam também esses dias ao outro lado da fronteira.

(fonte: EFE)

Paredes de Coura 2013



Cartaz de Paredes de Coura 2013

Warm-up 12 de agosto

  • No Age / Everything Everything / The Wedding Present / Veronica Falls / Capitão Fausto

Warm-up 13 de agosto

  • Matias Aguayo / Lee Ranaldo Band / Omar Souleyman / Linda Martini / Stealing Sheep / Sensible Soccers

13 de Agosto

  • Tape Junk
  • Bisonte
  • Sensible Soccers
  • Moullinex
  • The Filthy Pigs

14 de Agosto

  • Alabama Shakes
  • Bombino
  • Unknown Mortal Orchestra
  • Discotexas
  • Headbirds

15 de Agosto

  • Everything Everything
  • Hot Chip
  • The Knife
  • John Talabot
  • Little Boots
  • The 2 Bears
  • Veronica Falls
  • The Vaccines
  • Widowspeak
  • Jagwar Ma

16 de Agosto

  • Echo and the Bunnymen
  • Toy
  • Iceage
  • Delorean
  • Citizens!
  • Simian Mobile Disco
  • Cold Cave
  • Will Saul
  • Peace
  • The Horrors
  • Noiserv
  • The Glockenwise

17 de Agosto

  • Calexico
  • Belle & Sebastian
  • Palma Violets
  • Justice (dj set)
  • XXXY
  • Ducktails
  • Phosphorescent
  • Black Bombaim
  • :papercutz
  • Bass Drum of Death
  • And So I Watch You From Afar

Preços dos Bilhetes

  • Bilhete geral para os cinco dias - 80€ (com acesso gratuito ao campismo)
  • Bilhete diário dia 14 de agosto - 30€
  • Bilhete dia 15, 16 e 17 de agosto - 40€
(fonte: http://www.paredesdecoura.com)

Guimarães rendeu 85 milhões de euros em receitas


Guimarães rendeu 85 milhões de euros de receitas para Portugal como Capital Europeia da Cultura. O estudo foi feito pela Universidade do Minho, que quis saber quais os efeitos daquela cidade na economia portuguesa.
 
Para o presidente da Fundação Cidade de Guimarães, João Serra, os resultados apresentados revelam um valor "excelente", mas "não refletem o sucesso total". Na apresentação do estudo, esta sexta-feira de manhã, o responsável disse que o "maior sucesso" de Guimarães 2012 foi o "fortíssimo envolvimento da comunidade".
 
De acordo com a investigação, a Capital Europeia da Cultura (CEC) refere ainda que o evento teve um "forte impacto" no turismo da cidade e que houve um "aumento significativo" do volume de negócios em 2012.
 
As contas da Universidade do Minho apontam para receitas fiscais de 30,8 milhões de euros, mais 3,6 milhões do que o investimento público no projeto. Por isso mesmo, o evento Guimarães 2012 "não constituiu um ónus financeiro para o Estado português, contribuindo adicionalmente para minorar o impacto da recessão económica na região envolvente".
 
Desenvolvido pelo Instituto de Ciências Sociais e pela Escola de Economia e Gestão da academia minhota, o estudo refere que "a despesa adicional estimada associada ao turismo foi de 12,36 milhões de euros e um contributo de Guimarães 2012 para o PIB português da ordem dos 85 milhões de euros".
 
Apesar de, "no final das contas", os indicadores económicos serem "muito positivos", João Serra diz que o projeto teve "flops" (falhas) que podiam "ter posto em risco" o sucesso do evento.
 
Envolvimento da comunidade
 
"Houve erros, nomeadamente na escolha dos lemas de Guimarães 2012. O primeiro lema ('Em Guimarães tudo acontece') e o segundo ('Tudo se transforma') não foram bem aceites e não colheram simpatias junto dos próprios vimaranenses. Mas o terceiro lema, 'Tu Fazes Parte', mudou todo o processo."

Segundo João Serra, este novo lema foi o "mote" para um dos maiores sucessos da Capital Europeia da Cultura (CEC), que foi "o incrível envolvimento da comunidade no projeto".
A opinião do responsável é espelhada pelos resultados da investigação, que apontam que dois em cada três vimaranenses foram a pelo menos a um evento da CEC e que o emblema do evento em forma de coração "foi totalmente adoptado por toda a cidade".
 
Comércio com aumento de volume de negócios

No Turismo e Comércio da cidade, o impacto foi igualmente "forte", com o número de dormidas em hotel a aumentar 43 por cento face ao ano de 2011 e as taxas de ocupação por quarto a crescerem até 34 por cento, o que permitiu um aumento de 2,3 milhões de euros adicionais em relação a 2011.
 
Quanto ao comércio, o estudo revela que um em cada cinco empresários diz ter feito investimentos para preparar o negócio para aquele ano e que houve um "aumento no volume de negócios em 2012, face a 2011, para quase 80 por cento.

(fonte: http://boasnoticias.sapo.pt)

Festival de Vilar de Mouros regressa!

(imagem antiga)

O festival de música de Vilar de Mouros regressa entre 31 julho a 03 de agosto de 2014, após oito anos de interregno, passando a ser organizado, segundo modelo hoje apresentado, por uma Instituição Particular de Solidariedade Social (IPSS).

"O festival de Vilar de Mouros, quando surgiu em 1971, foi pioneiro em Portugal. Agora, volta a ser pioneiro ao estar associado a uma causa solidária", explicou a presidente da Câmara de Caminha, Júlia Paula Costa, sobre o novo modelo de organização, que entrará em vigor no próximo ano prolongando-se até 2017.

Esta organização será assumida através de um acordo entre a Junta de Freguesia de Vilar de Mouros, proprietária dos terrenos onde se realiza o festival, e a Associação dos Amigos dos Autistas (AMA), uma IPSS que opera em todo o Alto Minho e que com as verbas angariadas pretende construir o novo edifício multifuncional em Viana do Castelo, reforçando a capacidade de resposta, que já chega a 150 famílias.

Segundo aquela instituição, este será o primeiro edifício em Portugal pensado de raiz para servir a população com autismo, que terá disponíveis novos recursos e serviços, como um lar-residencial.
O regresso do festival prevê, como explicaram os novos organizadores, "uma ampla selecção de artistas nacionais e internacionais", seguindo uma linha artística "que se distinguirá pela variedade de estilos musicais e pela aposta em novas bandas".

"Contratamos um grupo de profissionais com experiência e as bandas vão começar a ser apresentadas a partir de setembro, através de festas que vamos fazer um pouco por todo o país e em Espanha, para desvendar a dinâmica do festival", explicou Marco Reis, presidente da AMA.

Para além "de um forte e variado cartaz musical", o renovado "Woodstock português" contará em 2014 com actividades paralelas, como teatro, artesanato, animação ou gastronomia, entre outras.
O primeiro festival de Vilar de Mouros realizou-se em 1971 e contou com a presença de Elton John e Manfred Mann, mas o segundo só aconteceu em 1982, com U2, The Stranglers e Echo & the Bunnymen, entre outros.

Depois de novo interregno - a terceira edição só se realizou em 1996 -, a música fez-se ouvir naquela aldeia, consecutivamente, entre 1999 e 2006.

No verão de 2007, a um mês da sua realização, o festival foi cancelado por decisão da Junta de Freguesia e da promotora PortoEventos, após dificuldades de entendimento entre os vários parceiros envolvidos na organização.

"A história do festival também é feita de longos períodos de interregno, sem que isso tenha posto em causa o festival, bem pelo contrário. Regressou sempre com mais força e maior dimensão", recordou Júlia Paula Costa.

Após reuniões "com várias produtoras", acrescentou, "só agora foi possível encontrar um modelo que satisfaça a todas as partes e que preserve a identidade do festival", acordo que também envolve a autarquia de Caminha.

"A AMA dá a garantia de ser uma instituição competente e dá um cariz solidário ao festival de Vilar de Mouros, que o irá distinguir dos demais festivais de verão, claramente comerciais", sublinhou a autarca.

(fonte: iOnline)

Festival Raízes do Atlântico - 18 e 20 julho


A edição deste ano do Festival Raízes do Atlântico realiza-se entre os próximos dias 18 e 20 deste mês, no Jardim Municipal do Funchal.

O programa deste que é considerado o mais antigo festival de world music de Portugal foi apresentado, há pouco, em conferência de imprensa, pela secretária regional da Cultura, Turismo e Transportes, Conceição Estudante, e pelo diretor regional dos Assuntos Culturais, João Henrique Silva.

Este é um festival que está inserido no projeto Festivais Culturais da Madeira, promovido pela referida Secretaria, através da citada Direcção Regional, sendo apoiado pelo programa comunitário Intervir + e que, este ano, representa um investimento de 62.516,46 euros.


Conceição Estudante destacou a qualidade com que este evento tem vindo a realizar-se, já que o mesmo «tem sido palco da excelência de muitas intervenções e tem servido para proporcionar um encontro entre a música tradicional madeirense e as músicas do mundo». Tal como fez questão de salientar a governante, este festival já trouxe à Madeira nomes importantes como Cesaria Evora, os Gaiteiros de Lisboa e Kepa Junkera.


Este ano, o festival terá como temática principal a Fusão, designadamente do antigo com o moderno, entre culturas diversas que tocam pontos em comum até então desconhecidos, de estilos musicais clássicos e, até, entre culturas de um próprio país.


Neste sentido, e tal como adiantou João Henrique Silva, no dia 18, pelas 21h30, sobe ao palco o grupo madeirense “Gaitúlia”, seguido, às 23h00, da banda portuguesa “Melech Mechaya”. No dia 19, às 21h30, atua o “Quarteto TocArte” e, às 23h00, o grupo brasileiro “Choro Opus Trio”. O último dia (20) contará com as atuações dos “Metáfora”, às 21h30, e dos “Atma”, às 23h00.


(fonte: online.jornaldamadeira.pt)