quarta-feira, 17 de julho de 2013

Festival de Vilar de Mouros regressa!

(imagem antiga)

O festival de música de Vilar de Mouros regressa entre 31 julho a 03 de agosto de 2014, após oito anos de interregno, passando a ser organizado, segundo modelo hoje apresentado, por uma Instituição Particular de Solidariedade Social (IPSS).

"O festival de Vilar de Mouros, quando surgiu em 1971, foi pioneiro em Portugal. Agora, volta a ser pioneiro ao estar associado a uma causa solidária", explicou a presidente da Câmara de Caminha, Júlia Paula Costa, sobre o novo modelo de organização, que entrará em vigor no próximo ano prolongando-se até 2017.

Esta organização será assumida através de um acordo entre a Junta de Freguesia de Vilar de Mouros, proprietária dos terrenos onde se realiza o festival, e a Associação dos Amigos dos Autistas (AMA), uma IPSS que opera em todo o Alto Minho e que com as verbas angariadas pretende construir o novo edifício multifuncional em Viana do Castelo, reforçando a capacidade de resposta, que já chega a 150 famílias.

Segundo aquela instituição, este será o primeiro edifício em Portugal pensado de raiz para servir a população com autismo, que terá disponíveis novos recursos e serviços, como um lar-residencial.
O regresso do festival prevê, como explicaram os novos organizadores, "uma ampla selecção de artistas nacionais e internacionais", seguindo uma linha artística "que se distinguirá pela variedade de estilos musicais e pela aposta em novas bandas".

"Contratamos um grupo de profissionais com experiência e as bandas vão começar a ser apresentadas a partir de setembro, através de festas que vamos fazer um pouco por todo o país e em Espanha, para desvendar a dinâmica do festival", explicou Marco Reis, presidente da AMA.

Para além "de um forte e variado cartaz musical", o renovado "Woodstock português" contará em 2014 com actividades paralelas, como teatro, artesanato, animação ou gastronomia, entre outras.
O primeiro festival de Vilar de Mouros realizou-se em 1971 e contou com a presença de Elton John e Manfred Mann, mas o segundo só aconteceu em 1982, com U2, The Stranglers e Echo & the Bunnymen, entre outros.

Depois de novo interregno - a terceira edição só se realizou em 1996 -, a música fez-se ouvir naquela aldeia, consecutivamente, entre 1999 e 2006.

No verão de 2007, a um mês da sua realização, o festival foi cancelado por decisão da Junta de Freguesia e da promotora PortoEventos, após dificuldades de entendimento entre os vários parceiros envolvidos na organização.

"A história do festival também é feita de longos períodos de interregno, sem que isso tenha posto em causa o festival, bem pelo contrário. Regressou sempre com mais força e maior dimensão", recordou Júlia Paula Costa.

Após reuniões "com várias produtoras", acrescentou, "só agora foi possível encontrar um modelo que satisfaça a todas as partes e que preserve a identidade do festival", acordo que também envolve a autarquia de Caminha.

"A AMA dá a garantia de ser uma instituição competente e dá um cariz solidário ao festival de Vilar de Mouros, que o irá distinguir dos demais festivais de verão, claramente comerciais", sublinhou a autarca.

(fonte: iOnline)

Festival Raízes do Atlântico - 18 e 20 julho


A edição deste ano do Festival Raízes do Atlântico realiza-se entre os próximos dias 18 e 20 deste mês, no Jardim Municipal do Funchal.

O programa deste que é considerado o mais antigo festival de world music de Portugal foi apresentado, há pouco, em conferência de imprensa, pela secretária regional da Cultura, Turismo e Transportes, Conceição Estudante, e pelo diretor regional dos Assuntos Culturais, João Henrique Silva.

Este é um festival que está inserido no projeto Festivais Culturais da Madeira, promovido pela referida Secretaria, através da citada Direcção Regional, sendo apoiado pelo programa comunitário Intervir + e que, este ano, representa um investimento de 62.516,46 euros.


Conceição Estudante destacou a qualidade com que este evento tem vindo a realizar-se, já que o mesmo «tem sido palco da excelência de muitas intervenções e tem servido para proporcionar um encontro entre a música tradicional madeirense e as músicas do mundo». Tal como fez questão de salientar a governante, este festival já trouxe à Madeira nomes importantes como Cesaria Evora, os Gaiteiros de Lisboa e Kepa Junkera.


Este ano, o festival terá como temática principal a Fusão, designadamente do antigo com o moderno, entre culturas diversas que tocam pontos em comum até então desconhecidos, de estilos musicais clássicos e, até, entre culturas de um próprio país.


Neste sentido, e tal como adiantou João Henrique Silva, no dia 18, pelas 21h30, sobe ao palco o grupo madeirense “Gaitúlia”, seguido, às 23h00, da banda portuguesa “Melech Mechaya”. No dia 19, às 21h30, atua o “Quarteto TocArte” e, às 23h00, o grupo brasileiro “Choro Opus Trio”. O último dia (20) contará com as atuações dos “Metáfora”, às 21h30, e dos “Atma”, às 23h00.


(fonte: online.jornaldamadeira.pt)

Festival Músicas do Mundo de Sines



O Festival Músicas do Mundo de Sines, um "sobrevivente de serviço público" que regressa quinta-feira, apresenta uma combinação, neste ano, entre "novos talentos" e "a memória dos dias felizes", diz o director Carlos Seixas.

Entre os "festivais de serviço público", o Festival Músicas do Mundo (FMM) "é um sobrevivente" e "15 anos é uma idade a considerar", destaca à Lusa o fundador, sem esconder que, "naturalmente", a edição de 2013 foi difícil de pôr de pé.

"Embora a sustentabilidade de um serviço público cultural seja sempre um problema", o FMM tem sido resiliente, por vários factores, entre os quais a natureza de Sines, "porto milenar habituado" a que "os oceanos sejam estradas e não barreiras", assinala Carlos Seixas. O compromisso da autarquia, que organiza o festival, e o "extraordinário" envolvimento da comunidade explicam o resto.

As dificuldades não impediram a "maior edição de sempre", com 43 concertos em nove dias (18 a 27 de Julho), que pretende ser "comemorativa" de 15 anos "de "cruzamentos artísticos e da dissipação de fronteiras entre o erudito e o popular".

A Sines vão regressar "alguns dos responsáveis por grandes concertos das últimas edições" do evento dedicado à 'world music'. Carlos Seixas nomeia alguns: Amadou&Mariam (Mali, quinta), Hermeto Pascoal (Brasil, sábado), Rokia Traoré (Mali, dia 25), Rachid Taha (Argélia/França, dia 26), Trilok Gurtu&Tigran Hamasyan (Índia/Arménia, dia 26); Femi Kuti&The Positive Force (Nigéria, dia 27).

Mas não se trata apenas de oferecer um 'best of' das três centenas de concertos acolhidos desde 1999, "também é continuidade na descoberta de novos projectos", porque "o espírito" é "aventurar-se por mares desconhecidos", realça Seixas.

Entre os estreantes estão Lo'Jo (França, sexta), considerado o melhor grupo pelos prémios Songlines 2013; Baloji (República Democrática do Congo/Bélgica, sexta); Asif Ali Khan&Party (Paquistão, dia 25); Shibusa Shirazu Orchestra (Japão, dia 26); Dawanggang (China, dia 27); e Tamikrest (Mali, dia 27).

Um quarto dos concertos desta edição é de origem nacional, com estreantes como Celina da Piedade (sexta, 18:30) e JP Simões (sábado, 21h30), a que se juntam lusófonos como Aline Frazão (Angola) e Jon Luz (Cabo Verde).

Custódio Castelo inaugurará o programa, na quinta, às 18:30, no Castelo de Sines, local que acolherá, na madrugada do mesmo dia, os brasileiros Cabruêra.

Os Batida, que juntam músicos de Portugal e Angola, vão regressar a Sines no sábado, às 02:00, para animar o palco da Avenida da Praia; os portugueses O Carro de Fogo de Sei Miguel farão o mesmo no dia 24, a partir das 02:45, precedidos, no Castelo, por outro três nomes lusófonos: Orquestra Locomotiva (Portugal, 18:30), MU (Portugal, 20:00) e Tcheka (Cabo Verde, 21:45).

Imidiwan, grupo de portugueses apaixonados pelo Mali, tocam no dia 25, às 20:00, a que se seguirá, às 21:45, uma actuação do músico de jazz português Carlos Bica. Os Gaiteiros de Lisboa regressam a Sines no dia 26, às 18:30, dando lugar a Cristina Branco, no dia seguinte, à mesma hora.

O número de espectadores que se desloca à cidade alentejana para assistir aos encontros "entre Norte e Sul, Oriente e Ocidente" tem disparado, dos sete mil da primeira edição para os 80 a 90 mil do ano passado.

No ano passado, o local onde se realizaram os concertos mais tardios revelou-se "pequeno para tanta gente" e, por isso, os mais resistentes voltarão a acabar as noites na avenida marginal, com a baía ali mesmo ao lado.

(fonte: Lusa/Sol)

Prémio SPA de Jornalismo Cultural

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A SPA instituiu um prémio de jornalismo cultural com periodicidade anual que se destina a distinguir personalidades individuais e colectivas que mereçam reconhecimento devido à divulgação regular do trabalho de autores, artistas e outros agentes culturais, seja ao nível da imprensa escrita, da radiofónica ou da televisiva.

Designada como Prémio SPA de Jornalismo Cultural, esta distinção será anunciada após o Verão, tendo como referência a actividade desenvolvida naquele domínio no ano de 2012.
 
Com esta iniciativa, pretende a SPA pôr em destaque a acção de jornalistas e divulgadores em prol da dignificação da cultura portuguesa que enfrenta dificuldades crescentes numa grave situação de crise nacional.

(fonte: http://www.spautores.pt)

“Lisboa na Rua” - a partir de 15 de Agosto



A capital portuguesa recebe a partir de 15 de Agosto e ao longo de um mês o “Lisboa na Rua”, que promove em várias zonas da cidade uma série de espectáculos diferentes, de música, videomapping, dança, cinema e teatro.

A iniciativa da EGEAC terá lugar em várias praças, miradouros, coretos e jardins da cidade, promovendo em simultâneo a descoberta de Lisboa e momentos de animação, com concertos, cinema ao ar livre, teatro de rua e outros espectáculos.  

(fonte: http://www.visitlisboa.com)

2ª Lisbon Week - 21 a 28 de Setembro



A segunda edição do Lisbon Week, projecto da CML e da Caixa Geral de Depósitos, que pretende dinamizar a capital portuguesa como palco de mostra de vários quadrantes culturais e turística, vai realizar-se de 21 a 28 de Setembro com uma programação que conjuga encontros entre as artes e o património da cidade.


Uma informação diz que de sábado a sábado o Lisbon Week vai explorar "edifícios com séculos de história, revelar obras de artistas nacionais e montar concertos e palestras em locais inesperados".
O programa enquadra diversos temas que vão desde a história à arte, passando pela gastronomia com o conceito 'passeio gastronómico' num percurso que começa na Rua de São José e segue até ao Terreiro do Paço.

Os eventos, na sua maioria de acesso livre, realizam-se no eixo Parque Eduardo VII – Rio Tejo, tendo como epicentro a Rua das Portas de Santo Antão, havendo três pontos informativos para as diferentes partidas dos passeios Lisbon Week: o percurso Verde, que percorre o Corredor Verde de Monsanto, tem início no Jardim Amália, em pleno coração do Parque Eduardo VII; a viagem pela Arte, feita no autocarro Lisbon Week/CGD, começa na intersecção entre o Parque Eduardo VII e o Marquês de Pombal; já as visitas guiadas da História, que vão desvendar os segredos da Rua das Portas de Santo Antão e arredores, partem do Lounge Lisbon Week/CGD, diz a informação que acrescenta que este será o ponto de encontro oficial do evento, funcionando também como espaço lúdico e de interacção entre organização e visitantes, e estará localizado no Largo de São Domingos, junto ao Rossio.

As reservas para as visitas guiadas, concertos e palestras poderão ser feitas a partir de 15 de Julho no site do ticketline ou em www.lisbonweek.com.

(fonte: http://www.presstur.com)

Museu português reaberto em Malaca

O museu no bairro português de Malaca, na Malásia, reabriu ao público, por ocasião das festas de São Pedro, embora as obras de reparação não estejam totalmente concluídas, disse à Lusa o secretário-geral do comité, Richard Hendricks.
Encerrado desde o final do ano passado, aquando da passagem à reforma do antigo encarregado do museu, Edgar Overee, o espaço reabre agora "mais limpo, mais bem organizado e com mais objetos expostos".
"Vamos estar a projetar a cultura portuguesa e euro-asiática de Malaca, as suas ações e estilos de vida, desde a chegada dos portugueses, em 1511. O povo Kristang em Malaca é único e rico na sua cultura, o que significa que temos muito para oferecer aos locais e estrangeiros", descreveu.
Richard Hendricks adiantou que o museu ainda requer algumas obras de renovação, como a instalação de ar condicionado, de forma a possibilitar a projeção de diapositivos, entre outras atividades, e torná-lo mais atrativo para os turistas, mas que o espaço já está disponível para consulta por parte dos alunos.
O museu, esclareceu o secretário-geral do Portuguese Settlement Committee, foi iniciado pelo regedor Peter Gomes há cinco anos, tendo sido estabelecido com fins académicos, para apoiar os "programas étnicos para os estudantes em toda a Malásia".
"Chegavam grupos com até 80 estudantes, por isso precisávamos de um local para lhes dar apoio. Um membro sénior do ‘Portuguese Settlement Panel', o sr. Edgar Overee, assumiu a tarefa de atender estes estudantes. O museu foi então criado e foram dispostos elementos sobretudo a pensar nas necessidades dos estudantes", acrescentou.
Agora com mais itens expostos - incluindo peças em barro e artigos têxteis - o espaço museológico tem por objetivo atrair mais turistas.
"Depois de muitas discussões levadas a cabo (…) estamos a melhorar o museu para disponibilizar informações sobre os grupos étnicos, mas também para os turistas. O PERZIM - órgão governamental ligado ao museu - está a renovar o espaço, vai colocar ares condicionados e estantes. E continuamos à procura de mais elementos relacionados com a presença portuguesa para mostrar", acrescentou.
As autoridades locais contrataram entretanto um novo encarregado - Jerry Alcantra - para gerir o museu.
As festividades em homenagem a São Pedro prolongam-se numa série de iniciativas oficiais e cerimónias religiosas, durante todo o fim de semana.

(fonte: http://observatorio-lp.sapo.pt)