quinta-feira, 15 de novembro de 2012

Orelha Negra, Frankie Chávez e Amor Electro no Festival Eurosonic na Holanda


Holanda: Orelha Negra, Frankie Chávez e Amor Electro no Festival EurosonicOs portugueses Orelha Negra, Frankie Chavez e Amor Electro vão estar em Janeiro no Festival Eurosonic, em Groningen, na Holanda, que é dedicado à música mais recente que se faz na Europa, revelou a organização.

Festival decorrerá de 9 a 12 de Janeiro e a programação apresenta mais de uma centena de novos artistas da Europa, mas também debates e conferências para profissionais e público em geral.
O evento conta com o apoio da União Europeia de Radiodifusão, da qual fazem parte várias estações de rádio públicas do espaço europeu - com a portuguesa Antena 3 - que escolhem um artista para integrar o cartaz.
Com o apoio da Antena 3, estarão presentes os Orelha Negra, que editaram este ano o segundo álbum, confirmou à Lusa um dos músicos.
O grupo, que pratica canções maioritariamente sem vocalista, um instrumental que cruza marcas sonoras do hip hop, da electrónica, do soul e do funk, integra os músicos Sam the Kid, Fred Ferreira, DJ Cruzfader, Francisco Rebelo e João Gomes.
No Eurosonic estará também o guitarrista Frankie Chavez, atualmente a preparar um novo álbum, sucessor de Family Tree, no qual se denota uma influência dos blues e da folk americana.
Os Amor Electro, autores do álbum Cai o Carmo e a Trindade, participarão no festival, logo no arranque, porque foram um dos grupos europeus distinguidos com o Prémio European Border Breakers 2013.
Estes prémios são atribuídos pelas estações de rádio da União Europeia de Radiodifusão e pelos Festivais ETEP (European Talent Exchange Program) e co-financiados pelo Programa Cultura da Comissão Europeia.
Em anos anteriores, pelo Festival Eurosonic passaram nomes como Deolinda, Dead Combo, Batida, noiserv, Old Jerusalem, Sean Riley & The Slowriders, Mazgani e The Legendary Tigerman. (fonte: http://diariodigital.sapo.pt)

Mostra - uma Ermida - Manuel Amado


A Ermida Nossa Sr.ª da Conceição de Belém acolhe a partir de dia 17 de Novembro e até 13 de Janeiro de 2013 um núcleo de sete óleos inéditos de Manuel Amado que representam interiores de igrejas portuguesas.
Tendo como mote o espaço expositivo que acolhe a mostra - uma Ermida - Manuel Amado revisitou algumas igrejas portuguesas, designadamente em Santarém, São Martinho do Porto e Lisboa, representando-as de forma, aparentemente, mimética. Em todas as telas que compõem estes “espaços do sagrado fechados e abertos para a luz” denota-se a mestria e rigor do seu traço de arquitecto. São disso exemplo os ângulos, esquinas, pontos de fuga, jogos de sombra e luz que caracterizam estas telas e que lhes conferem uma dimensão cénica.
A acompanhar as obras de Manuel Amado estará inscrito na parede um poema de Pedro Tamen propositadamente concebido para esta mostra. De referir que já em 1994 o escritor e o artista tinham colaborado numa exposição intitulada “Um Poeta/Um Pintor”, na Casa Fernando Pessoa, em Lisboa.
Com um longo percurso iniciado no final dos anos 50, Manuel Amado é um dos mais importantes pintores portugueses da sua geração. A sua obra encontra-se representada em colecções públicas e privadas, nomeadamente na Fundação Calouste Gulbenkian; Fundação das Descobertas - Centro Cultural de Belém; Fundação Millennium bcp; Fundação Oriente, Fundação EDP, Fundação Portugal Telecom, Fundação Cupertino de Miranda, Fundação D. Luís I, Culturgest, Museu da Cidade, Lisboa, Casa Museu Fernando Pessoa, Museu de Tomar- Doação José Augusto França, Museu do Convento de Jesus - Setúbal e Museu da Tapeçaria de Portalegre. No estrangeiro a sua obra faz parte de importantes colecções tais como Fundação Jacqueline Vodoz e Bruno Danese em Milão, Itália e Fundação António Pérez - Museu de Arte Contemporânea de Cuenca, Espanha.
Com um longo percurso iniciado no final dos anos 50, Manuel Amado é um dos mais importantes pintores portugueses da sua geração. A sua obra encontra-se representada em colecções públicas e privadas, nomeadamente na Fundação Calouste Gulbenkian; Fundação das Descobertas - Centro Cultural de Belém; Fundação Millennium bcp; Fundação Oriente, Fundação EDP, Fundação Portugal Telecom, Fundação Cupertino de Miranda, Fundação D. Luís I, Culturgest, Museu da Cidade, Lisboa, Casa Museu Fernando Pessoa, Museu de Tomar- Doação José Augusto França, Museu do Convento de Jesus - Setúbal e Museu da Tapeçaria de Portalegre. No estrangeiro a sua obra faz parte de importantes colecções tais como Fundação Jacqueline Vodoz e Bruno Danese em Milão, Itália e Fundação António Pérez - Museu de Arte Contemporânea de Cuenca, Espanha.
Arquitecto de formação, Manuel Amado dedicou-se desde cedo à prática da pintura de uma forma metódica e apaixonada. Nasceu em Lisboa a 13 de Junho de 1938 e licenciou-se em arquitectura pela Escola de Belas Artes de Lisboa (ESBAL), mas abandonou esta actividade para se dedicar exclusivamente à pintura. Em 1978 realizou a sua primeira exposição individual. Desde então, tem participado em inúmeras exposições individuais e colectivas em Portugal e em diversas cidades europeias.
A exposição, de entrada gratuita, estará aberta ao público de 17 de Novembro de 2012 a 13 de Janeiro de 2013, de terça a Sexta-feira entre as 11h00 e as 17h00 e Sábados e Domingos entre as 14h00 e as 18h00, encerrando às segundas e feriados. (fonte: http://www.guiadacidade.pt)

Helena Almeida expõe na Tate Modern em Londres

Londres: Helena Almeida expõe na Tate Modern

A artista portuguesa Helena Almeida vai expor algumas das suas obras na prestigiada galeria Tate Modern, em Londres. A exposição coletiva sobre pintura e performance na arte desde 1950 arranca esta quarta-feira.

A exposição, intitulada “A Bigger Splash: Painting after Performance” pretende dar a conhecer ao público artistas que são influenciados por contextos históricos, ações performativas e pela ideia de palco.

Pintura Habitada (1975) é uma das obras da artista portuguesa que estará em exibição, na qual a criadora aparece numa foto a pintar de azul a própria superfície onde se reflete o seu rosto.

Para além de obras de Helena Almeida, a exposição também contará com peças de Jackson Pollock e David Hockney.

Ao longo da carreira da artista plástica portuguesa, que se formou em 1955, em pintura, na Escola Superior de Belas Artes, em Lisboa, muitos foram os prémios  que arrecadou e as exposições individuais que realizou.

Destaque para as mostras na Bienal de São Paulo (1979), na Bienal de Veneza (1982 e 2005) e na Bienal de Sidney (2004), onde a artista representou Portugal.  (fonte: http://www.boasnoticias.pt)

Exposição da CEC 2012: “O que fazer com espaços pós-industriais?”




Exposição da CEC 2012 apresenta 30 projetos, procurando responder à questão “O que fazer com espaços pós-industriais?”

A Guimarães 2012 Capital Europeia da Cultura (CEC) está a recuperar a memória de fábricas desaparecidas e, até ao dia 9 de dezembro, vai apresentar, na Fábrica ASA, o projeto “Edifícios & Vestígios”, que integra materiais recolhidos de edifícios industriais portugueses. Em comunicado, a organização da capital explicou que a mostra integra o “Arquivo de Pós-Materiais” que reúne, entre outros, vestígios das já extintas Minas da Borralha, peças industriais da já demolida Fiação de Tomar, e candeeiros da desaparecida Esmaltagem Sis-Sachs – empresa de fabrico de motorizadas. O projeto abarca ainda o ciclo “Escalas e Territórios” de Arte e Arquitetura, composto por uma exposição, um ciclo de conferências e o lançamento de um livro. A iniciativa, que pretende dar resposta à questão “O que fazer com espaços pós-industriais?, tem como ponto de partida o caso específico da região do Vale do Ave, zona conhecida pelas indústrias transformadora e têxtil e que está a ser afetada pela desindustrialização. A exposição patente na Fábrica ASA recorre a 30 projetos que utilizam objetos encontrados, materiais, filmagens e estruturas espaciais para apresentar soluções para a requalificação de edifícios e materiais, atribuindo-lhes um novo significado.


O espaço industrial do Porto também está representado em Guimarães 2012 através do projeto “Black Smoke”, de André Cepeda, que consiste numa série fotográfica realizada durante a noite na cidade Invicta com a documentação de edifícios icónicos da revolução industrial, hoje abandonados. O Museu da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto é uma das entidades participantes em “Edifícios & Vestígios”. (fonte: http://www.viva-porto.pt)

Guimarães 2012 Capital Europeia da Cultura - Everyone Expects to Grow Old But No One Expects to Get Fired


EveryoneInterior

Everyone Expects to Grow Old But No One Expects to Get Fired (Toda as pessoas esperam envelhecer mas ninguém espera ser despedido) acontece nos dias 15 e 16 de novembro. A performance tem início no Centro Cultural Vila Flor, às 21h00, e continua na Sala da confeção e embalamento da Fábrica Lameirinho.
Nesse sentido, Guimarães 2012 disponibiliza dois autocarros gratuitos que farão o percurso do Centro Cultural Vila Flor até à Fábrica Lameirinho. Os transportes partem do CCVF às 21h00 e regressam após o término do espetáculo. O ponto de encontro do público é na Praça Coberta do CCVF, em frente à bilheteira. O percurso é parte integrante do espetáculo e, neste seguimento, o público apenas poderá assistir à peça se for de autocarro.

Desenvolvido a partir de testemunhos de cinco desempregados da indústria têxtil vimaranense, cinco atores e operários da Fábrica Lameirinho, este projeto reflete sobre a economia e a psicologia do desemprego, a diferenciação do trabalho e a dramatização da experiência vivida. Este grupo heterogéneo socializou, trocou histórias e comparou pontos de vista sobre a vida, o trabalho e a economia.

No passado recente, a indústria têxtil, um dos suportes da economia portuguesa, tem sido enfraquecida pela importação de produção mais barata, por alterações no regime das taxas Europeias e pela diminuição da procura no Mercado interno. Em recessão profunda há mais de 30 anos, este sector é o que mais tem sofrido com uma drástica redução na receita e uma escalada nos números do desemprego.

Os bilhetes podem ser adquiridos nos locais dos eventos, em bilheteiraonline.pt, nos espaços informativos Guimarães 2012 e no Centro Cultural Vila Flor. (fonte: http://www.guimaraes2012.pt)

Guimarães recebe exposição sobre «O Enxoval de Nossa Senhora da Madre de Deus»



A exposição "Elegância, Moda e Fé. O Enxoval de Nossa Senhora da Madre de Deus", que integra a programação de Guimarães 2012 Capital Europeia da Cultura, vai estar patente até 31 de março no Museu de Alberto Sampaio.

Os cortes dos trajes respeitam a moda barroca do século XVIII, com “rendas e aplicações, bordados em oiro e a adição de jóias magníficas, testemunhas do período do oiro do Brasil”, refere o site da Capital Europeia da Cultura.

No centro da mostra estão “as três principais figuras do presépio: o Menino, deitado no seu berço; a Virgem, coroada Rainha de Portugal; e São José, segurando uma açucena, símbolo da elegância, da graça e da pureza”.

Esta “coleção única”, composta por vestes bordadas por princesas e infantas de Portugal, pertence à Real Irmandade de Nossa Senhora da Consolação e do Senhor dos Santos Passos, assinala a página do Museu de Alberto Sampaio.
Os visitantes podem também apreciar a coroa da Virgem Maria, doada pelo rei D. João V, e o resplendor de São José, oferecido pelo filho do monarca. (fonte: http://www.agencia.ecclesia.pt)

Dia do Desassossego celebra 90 anos de Saramago

Dia do Desassossego celebra 90 anos de Saramago

A 16 de Novembro assinala-se aquele que seria o 90º aniversário de José Saramago e o 30º aniversário da edição de Memorial do Convento. A Casa dos Bicos abre as portas e oferece novas exposições, leituras, um concerto e descontos na obra do único escritor português premiado com um Nobel da Literatura.

O autor que escrevia "para desassossegar" os seus leitores faleceu em 2010, com 87 anos. Dois anos depois, por ocasião daquele que seria o seu 90º aniversário, a Fundação José Saramago cria o Dia do Desassossego e oferece ao público várias iniciativas.

A partir do meio-dia, actores do grupo Éter vão representar textos de Memorial do Convento a partir das janelas da Casa dos Bicos. Figuras como Blimunda, Baltazar, Frei Bartolomeu de Gusmão - e até o Cão - ocuparão as janelas e varandas da sede da Fundação, pela mão do pintor José Santa-Bárbara.

Ao mesmo tempo que, pelas ruas da Baixa de Lisboa, a convite da Fundação, os leitores de Saramago trarão as suas obras para o espaço público, na sede da Fundação será inaugurada uma exposição de retratos do escritor, da autoria de nove ilustradores portugueses e espanhóis. Esta exposição sairá, mais tarde, para outros locais de Lisboa.

O Teatro Nacional de S. Carlos também se junta ao Dia do Desassossego e abre excepcionalmente as portas do ensaio geral do concerto da Orquestra Sinfónica Portuguesa e do Coro do Teatro Nacional de São Carlos, às 18h00. 

A segunda edição do prémio de fotografia “Retratar um Livro”, que decorre até Março, será este ano dedicada a “O Ano da Morte de Ricardo Reis”. Fotógrafos amadores e profissionais estão convidados a 'fotografar' o livro de Saramago e a dizer qual o excerto da obra que inspirou a fotografia.

No 90.º aniversário de José Saramago será também editado o opúsculo "90 Anos, 90 Palavras", que recolhe 90 palavras fundamentais na obra do escritor, de Blimunda a Dignidade ou Vontade. O opúsculo será distribuído gratuitamente a todos os visitantes que passarem pela Casa dos Bicos, esta sexta e sábado.

Sexta-feira e sábado, a entrada na Casa dos Bicos é gratuita. Na sexta, todos os livros de José Saramago publicados pela Editorial Caminho terão um desconto de 50% sobre o preço de capa. 

(fonte: http://www.vousair.com)