segunda-feira, 6 de agosto de 2012

Guimarães 2012 CEC leva música aos comboios da CP e estações



Numa iniciativa conjunta com a CP - Comboios de Portugal, a Capital Europeia da Cultura convida os passageiros dos comboios urbanos e intercidades - entre Lisboa e Guimarães - a usufruir de uma acção musical espontânea. Estabelecendo uma verdadeira ponte entre capitais - Guimarães 2012 Capital Europeia da Cultura e Lisboa, capital nacional -, a iniciativa promove uma acção que, sobre carris, atravessa o país com música e animação.
 
A iniciativa, desenvolvida no âmbito da Capital Europeia da Cultura, assenta num conceito simples: a música entra no quotidiano, directo e lúdico. A música e a animação surgem assim para integrar e dinamizar contextos quotidianos menos previsíveis e refrescar esses contextos, crian
do momentos que contribuam para uma vivência renovada. Para quem está a caminho de Guimarães, esta iniciativa antecipa o ambiente de festa e diversidade cultural vivido na cidade.


Relembre-se que em 2012 Guimarães é Capital Europeia da Cultura, acolhendo um grande encontro de criadores e criações — música, cinema, fotografia, artes plásticas, arquitetura, literatura, pensamento, teatro, dança e artes de rua. Vão cruzar-se os produtos artísticos imaginados e gerados pelos seus residentes com os que de toda a Europa afluirão à cidade. Ao longo de um ano, Guimarães será promotora da diversidade cultural que caracteriza a Europa, dando a conhecer as suas manifestações culturais e acolhendo as de outros países.

(fonte: http://www.correiodominho.com)

Do Sagrado ao Profano... no Figurado de Barcelos



No início do século passado, surgem em Portugal novos conceitos de preservação cultural, nomeadamente nas áreas artísticas, nas quais o artesanato de Barcelos assume um papel de relevo enquanto manifestação artística popular.
No final dos anos 50, como resultado de um crescente reconhecimento artistico por parte de alguns intelectuais da época, nomes como Rosa Ramalho, Ana Baraça, Rosa Côta ou Mistério (entre outros) lideram uma mudança artística e entram no universo do sagrado, com a produção de peças que retratavam as cenas da vida de Cristo, da Virgem, dos Padroeiros e as Procissões.
A arte popular (figurado) rapidamente adotou os simbolos e imagens presentes na mensagem evangelizadora da Igreja, como forme de expressar e retratar as tradições religiosas do povo.
Estava marcado definitivamente o (re)início de uma abordagem artística que se cimentou até aos dias de hoje, fruto de uma capacidade de conjugação de tradição e modernidade, por parte da imensa e rica comunidade de artistas de Barcelos. (fonte: http://escape.sapo.pt)

Portugueses WE TRUST e Best Youth iniciam digressão conjunta



Os WE TRUST e os Best Youth iniciam, em outubro próximo, uma digressão conjunta pelos auditórios de Portugal, intitulada “This Must Be The Place”.

Em preparação está “um espetáculo único, num registo acústico e intimista”, onde serão interpretadas, em conjunto, músicas dos dois projetos.
Até ao momento, ainda não há informação sobre as salas por onde vão passar, nem tão pouco sobre as datas dos concertos.
Recorde-se que ambos os projetos estiveram presentes nos principais festivais de verão portugueses, tais como o Optimus Primavera Sound ou Optimus Alive’12. Durante este mês, vão ainda passar pela edição 2012 do Sudoeste e pelo EDP Paredes de Coura.

FUSO - Anual de Vídeo Arte Internacional de Lisboa 2012




Mais uma edição do festival de vídeo arte que aproveita o Verão para mostrar ao ar livre peças raramente vistas em Portugal. Os espectadores são convidados a visionar os filmes confortavelmente instalados em espreguiçadeiras, colocadas em jardins, terraços e esplanadas. E a entrada é gratuita.

Este ano, a FUSO divide-se entre o BES Arte & Finança, os jardins do Museu da Electricidade, Museu do Chiado e Museu Nacional de Arte Antiga, o claustro do Museu Nacional de História Natural e o Clube Ferroviário.

A programação de vídeo arte, nacional e internacional, resulta de uma selecção de Dalia Levin, Françoise Parfait, Isabel Nogueira, Jean-François Chougnet, João Laia, José Drummond e Solange Farkas.

Pelas telas do jardim do Museu da Electricidade correm vídeos, curtas ou até longas numa Sessão Competitiva Portugal (dia 22, às 22h00 e 23h30), que inclui a atribuição do Prémio Aquisição Fuso/Fundação EDP, enquanto o programa de Françoise Parfait instala-se, no dia seguinte, às 22h00, nos jardins do MNAC, que a partir das 23h30 recebem "Utopia", um programa de José Drummond.

A 24 de Agosto, destaque para a estreia mundial de um filme da franco-argelina Katia Kameli no âmbito do programa de Chougnet (Museu Nacional de Arte Antiga, 22h00) e "Fronteiras em Movimento: Um diálogo intercultural", programa de Dalia Levin (MNAA, 23h30). "Trânsitos Improváveis", programa de Solange Farkas, e "Em cartaz: medidas de austeridade", por João Laia, compõem a programação de dia 25, no claustro de Museu Nacional de História Natural, às 22h00 e 23h30, respectivamente. A sessão de encerramento arranca às 19h00 de 26 no Clube Ferroviário que recebe uma noite concebida por Isabel Nogueira e durante a qual se versará sobre "O Olhar e a Palavra".

Já no BES Arte & Finança poder-se-á visitar uma exposição com curadoria de Nuno Crespo: "Parede, Chão e Tecto", entre 21 de Agosto e 7 de Setembro, reúne obras de Gordon Matta-Clark, Vasco Araújo e Pedro Costa.

Guimarães 2012: “Dias de Couros”



A zona de Couros vai acolher, durante o mês de agosto, um conjunto de concertos de fim de tarde e instalações artísticas.

Durante o mês de agosto, a Capital Europeia da Cultura (CEC) vai promover a iniciativa “Dias de Couros”, integrada no projeto “Isto é uma Praça” de Guimarães 2012. Até ao dia 1 de setembro, a zona de Couros vai ser palco de inúmeras intervenções artísticas destinadas a potenciar novas leituras das tradições do antigo bairro operário de Guimarães. Todos os sábados, às 19:00 horas, estão previstos cinco concertos com o apoio do site Bodyspace. Victor Herrero, um dos nomes mais sonantes da música independente espanhola, é o primeiro artista a estrear o palco de Couros já amanhã. Seguem-se Old Jerusalém (11 de agosto), The Partisan Seed (18 de agosto), Filho da Mãe (25 de agosto) e JP Simões 

(1 de setembro).

No plano da arquitetura, a 11 de agosto, às 17:00 horas, a CEC 2012 vai inaugurar o jardim portátil do projeto “Ecos”. A arquiteta italiana Chiara Sonzogni convidou os vimaranenses a converter algumas ruínas de Couros em micro-hortas, jardins e espaços de estar, melhorando a qualidade de vida dos habitantes.

(fonte: http://www.viva-porto.pt)

André Guiomar vence NY Portuguese Film Festival



Quando André Guiomar terminou a curta-metragem documental Píton, não fazia a mínima ideia do potencial do projecto que tinha entre mãos. “Na altura tinha meramente a ideia de entregar o trabalho na universidade”, recorda ao P3, dias depois de ter visto a sua curta-metragem ser premiada mais uma vez, desta feita com o primeiro lugar do NY Portuguese Film Festival.

Foi por insistência do professor de curso Carlos Lobo que acabou por ir enviando o trabalho para festivais. E a difusão rapidamente se revelou uma aposta ganha: conseguiu o prémio do Festival Black & White, em 2011, e tem rodado em vários países.

O projecto começou a desenhar-se na cabeça de André Guiomar numa conversa com a mãe. Ela comentava com André que Juliana Rocha, uma miúda da aldeia onde moravam, era tri-campeã nacional de boxe (actualmente é tetra-campeã). “Achei estranhíssimo”, recorda André.




Boxe e um ar angelical
Quando chegou a altura de desenvolver um projecto final de curso, na licenciatura em Som e Imagem que frequentava na Universidade Católica, no Porto, não hesitou: tinha na vida de Juliana a sua história. Rapidamente descobriu que falar da pessoa “humilde, simpática e com um ar angelical” que reconhecia em Juliana, era necessariamente juntar-lhe os nomes do pai Álvaro Rocha e do treinador Pinto Lopes.

O NY Portuguese Film Festival, promovido anualmente pelo Arte Institute, é um festival de curtas-metragens portuguesas nos Estados Unidos, que procura o que de melhor se faz entre a nova geração de realizadores.

O documentário Píton, de 20 minutos, todos filmado a preto e branco, foi gravado com uma câmara fotográfica, uma objectiva fixa, um tripé e um captador de som, tudo controlado por André Guiomar.

Sair e regressar
Mas o jovem de 24 anos descobriu tarde a ligação ao cinema. “Não é uma história romântica de nasci e queria ser astronauta e realizador”, brinca. A primeira vez que pegou numa câmara de filmar e fotográfica foi mesmo no decorrer do curso na Universidade Católica, para onde entrou depois de uma passagem fugaz pela Faculdade de Ciências (desistiu um mês depois) e de um ano em casa a reflectir sobre o futuro.

“Supostamente ia ficar um ano a melhorar notas para entrar noutro curso. Quando descobri este curso e a panóplia de áreas que cobria vi que podia começar do zero ali”, explicou.

Actualmente está a terminar a dissertação de mestrado e em Setembro vai iniciar um estágio profissional numa empresa da área. Projectos para o futuro? “Tenho mil ideias...”, hesita. “Gosto muito de Portugal, mas desde miúdo que tenho o sonho de sair, provavelmente para o continente africano, e depois regressar, mais tarde.”

CONTEXTILE 2012 – Trienal de Arte Têxtil Contemporânea




Torna-se imperativo em Portugal investigar e desenvolver uma área das Artes – a Arte Têxtil – com grande investimento e respeito artístico em todo o mundo, por artistas e artesãos e amplamente ensinada em escolas de arte e promovida em eventos internacionais.
Com a reestruturação do setor Têxtil industrial nas últimas décadas, que lhe retirou o prestígio de outrora, cabe ao setor das artes contribuir para a criação de uma nova imagem do Têxtil. São os criativos que têm agora o poder de lhe devolver a importância e o peso. O Têxtil é um universo vasto e complexo de interligações de áreas como a agrícola, a industrial e a criativa. Os materiais vêm da natureza ou de processos industriais artificiais e complexos transformados por máquinas, pessoas e ideias. São utilizados na produção massiva de “objetos utilitários” que usamos todos os dias em casa, no trabalho, nos transportes … nas instituições. Utilizamos mas sem um olhar crítico/estético, dada a sua proximidade pelo uso constante.
A Arte Têxtil observa, consome, digere e desconstroi o universo têxtil, devolvendo-o sob a forma de fotografia, de pintura, de escultura ou de outras técnicas várias. Os territórios de tradição têxtil não podem ficar distantes deste movimento, mas devem antes contribuir ativamente para este reolhar.
Tendo presente esta reflexão, julgamos pertinente colocar o têxtil em novos contextos criativos através da realização de um grande evento que reúna artistas, públicos, produtores e consumidores, portugueses e internacionais, num mesmo momento e num mesmo lugar, potenciando – assim – a criação das redes necessárias à modernização da imagem do Têxtil em Portugal.
Guimarães 2012, enquanto Capital Europeia da Cultura, não pode perder a oportunidade de contribuir para este re-olhar sobre o Têxtil dada a sua posição estratégica, geográfica e económica na região. Assim se compreende o surgimento da 1ª edição da Contextile 2012 – Trienal de Arte Têxtil Contemporânea, enquadrando a programação da CEC,  que vai permitir uma maior projeção e difusão do evento, possibilitando em edições futuras o seu alargamento progressivo e sustentado.
PROJETO
A CONTEXTILE 2012 – TRIENAL DE ARTE TÊXTIL CONTEMPORÂNEA é um evento de âmbito internacional, de arte contemporânea, que tem o têxtil como elemento de referência na Reflexão, Investigação e Criação, nas diversas formas de expressão e de representação artística.
A CONTEXTILE tem como proposta e missão: Dar visibilidade à Textile Art; mobilizar e incentivar os artistas para uma abordagem inovadora e experimental das artes visuais; assumir-se como Plataforma Criativa e debate de ideias/projetos, desenvolvimento de redes internacionais, troca de boas práticas interdisciplinares e académicas.
Numa ligação estreita com os territórios de tradição têxtil, esta Trienal pretende ser um espaço ecléctico de promoção do diálogo entre artistas,  criadores, a comunidade (cidadãos e empresas locais) e a cidade que a acolhe, contribuindo assim para o processo de diversificação da economia e das indústrias culturais e criativas das regiões.
Exibindo obras de artistas diversos, com suportes e formatos diferentes, a CONTEXTILE tem ainda como objetivo paralelo, a afirmação internacional de uma nova geração de artistas emergentes que, refletindo a pluridiversidade das propostas artísticas na atualidade, apresentam um conjunto de obras passíveis de legitimação pela possibilidade de coabitação no mesmo espaço físico, numa coerência estética e artística conjuntural, abrindo caminho à valorização do Têxtil e da Arte Textil.
Nesta primeira edição da CONTEXTILE desenhamos um projeto de trienal assente num programa simples, mas equilibrado, que integra a programação da GUIMARAES 2012 – Capital Europeia da Cultura, e será apresentada em vários locais da cidade em forma de: exposição internacional, exposições satélites, residências artísticas, workshops, conferências e intervenções artísticas públicas.
EQUIPA
CONCEÇÃO E PRODUÇÃO | IDEIAS EMERGENTES – Produção Cultural CRL
COORDENAÇÃO E GESTÃO DE PROJETO | JOAQUIM PINHEIRO
COORDENAÇÃO ARTÍSTICA | LÚCIA DAVID
CONSULTADORIA | COMISSARIADO | VIRGINIJA VITKIENE (KAUNAS TEXTILE BIENNIAL)
COMISSARIADO CIENTÍFICO | CONFERÊNCIAS | CONCEIÇÃO RIOS, LALA DE DIOS (ETN)
PROJETOS ESPAÇOS EXPOSITIVOS | SUSANA MILÃO
CRIAÇÃO DE MARCA | WE WORK FOR KNOWLEDGE
DESIGN GRÁFICO | O DEPARTAMENTO / PEDRO REGADAS E TELMO SÁ
PRODUÇÃO EXECUTIVA & SECRETARIADO | MARISA DOMINGUES SOARES
ASSISTENTE PRODUÇÃO & COMUNICAÇÃO | | SANDRA GOMES
ASSISTENTE PRODUÇÃO | JONATHAN TAVARES
(fonte: http://contextile.wordpress.com/contextile/)