segunda-feira, 25 de junho de 2012

Festival MUSA 2012



O reggae combina com praia. A praia combina com ecologia. A ecologia combina com as ondas. As novas vagas e os velhos conhecidos estão no cartaz do MUSA, um "must" para os amantes da herança jamaicana.

O primeiro dia proporciona três estreias que têm agitado as águas recentes da música da ilha caribenha: Turbulence, Etana e Protoje. Os portugueses Jimmy P, Viralata e Hello Atlantic também alinham no cartaz.

No dia seguinte, o MUSA recebe dois jamaicanos conhecidos pelas boas memórias que têm deixado por cá: Anthony B e Ijahman Levi. Em destaque está também o reggae interventivo da cabo-verdiana Mo'Kalamity, com os seus Wizards. O lote de convocados nacionais é formado por Chapa Dux, The Stonewolf Band e The Hypers.
(fonte: http://lazer.publico.pt)

Primavera Club em Guimarães e venda do passe VIP para Optimus Primavera Sound 2013

logoops2012O Optimus Primavera Sound do proximo ano já tem datas: de 30 de Maio a 2 de Junho de 2013.

A partir de 3 de Julho (para utilizadores registados no portal) vão estar disponiveis para venda os passes VIP para o Optimus Primavera Sound 2013. No dia seguinte a venda estende-se ao público em geral.

O passe VIP terá um valor de 125 euros estará à venda no Codetickets, Seetickets UK e PayPal.

Como novidade, vai estar à venda um passe VIP combinado, válido para as edições do Primavera Sound 2013, em Barcelona e no Porto. Na compra deste passe será oferecido um terceiro passe gratuito do Primavera Club 2012, a escolher entre uma das cidades onde se celebra o festival (Madrid, Barcelona, Guimarães). O preço é de 250 euros.
Vai estar também disponivel um passe combinado Optimus Primavera Sound 2013 + Primavera Club (Madrid ou Barcelona) por 155 euros.

Também anunciado foi o Primavera Club que se vai realizar entre 30 de Novembro e 2 de Dezembro, em Guimarães.

O Festival Optimus Primavera Sound realiza-se de 7 a 10 de Junho de 2012, no Parque da Cidade na Cidade do Porto.
(fonte: http://www.festivaisverao.com)

quinta-feira, 21 de junho de 2012

Castro Verde: Orquestra Sinfónica Portuguesa fecha sábado Festival “Terras sem Sombra”

 
A estreia moderna mundial da oratória que o compositor italiano Caetano Pugnani dedicou a D. Maria I, pela Orquestra Sinfónica Portuguesa, vai marcar o último concerto do Festival "Terras sem Sombra" deste ano, sábado, em Castro Verde.

O concerto, dirigido pelo maestro italiano Donato Renzetti, "considerado um dos principais diretores de orquestra da atualidade", vai decorrer a partir das 21:30 na Basílica Real da vila alentejana.

O espetáculo contará com "algumas das melhores figuras" do panorama vocal europeu, como as sopranos Raquel Alão e Carmen Romeu, os tenores Mikeldi Atxalandabaso e Mário João Alves, o mezzo-soprano Marifé Nogales e o barítono Luís Rodrigues.

A partitura da oratória "La Betulia Liberata", que foi escrita ao redor de 1773, em dois atos e para solista, coro e orquestra, estava "adormecida" na Biblioteca do Palácio Nacional da Ajuda até que foi recuperada por iniciativa do Departamento do Património Histórico e Artístico da Diocese de Beja (DPHADB), o organizador do festival.

Segundo o diretor-geral do DPHADB e do "Terras sem Sombra", José António Falcão, a recuperação e "a estreia moderna, a nível mundial", no sábado, da oratória põem "em evidência o esforço feito pelo festival para recuperar o nosso património musicológico, neste caso um manuscrito precioso do antigo Palácio Real".

"Está em causa o resgate de uma parte muito significativa da nossa história e da própria cultura europeia", frisa José António Falcão, referindo que o concerto está a ser seguido "com atenção pela crítica internacional" e a Castro Verde irão "alguns dos especialistas mundiais no campo operático" interessados em assistir à estreia da oratória.

No âmbito do programa de preservação da biodiversidade desenvolvido pelo festival, alguns dos músicos que participam no espetáculo de sábado vão oferecer, domingo, a partir das 10:30, nas hortas comunitárias de Castro Verde, o concerto simbólico "Tocar para as Plantas", para "agradecer o seu papel na vida humana".

Segue-se uma visita a uma colónia de peneireiro-das-torres situada num monte abandonado no concelho de Castro Verde, onde os músicos irão substituir caixas-ninhos e anilhar crias daquela espécie de aves.

Com o espetáculo e as ações do próximo fim de semana termina o oitavo Festival "Terras sem Sombra", que arrancou em março e incluiu outros cinco concertos em igrejas históricas e num castelo do Alentejo e iniciativas associadas à biodiversidade alentejana nas manhãs dos dias a seguir aos espetáculos.

5.ª edição da MIAB


Centro Cívico do Estreito de Câmara de Lobos acolhe evento cultural. Vários artistas plásticos assinam diversas obras.

Ainda não terminou a 4ª Edição da Madeira International Art Biennale - MIAB que esta tarde arrancou no espaço permanente de exposições do Centro Cívico do Estreito de Câmara de Lobos e a organização já está a alinhavar o próximo evento. Manuel Martins Barata, presidente da MIAB-Portugal disse ao DIÁRIO esperar poder voltar a concretizar idêntica iniciava cultural.

Presentes na abertura oficial deste evento estiveram Arlindo Gomes, presidente da Câmara Municipal de Câmara de Lobos e ainda o próprio presidente da MIAB-Portugal, Manuel Martins Barata.
(fonte: http://www.dnoticias.pt)

Museu Colecção Berardo reduz exposições temporárias


O director artístico do Museu Coleção Berardo, Pedro Lapa, revelou hoje que a quebra de 50% no orçamento obrigou a uma reformulação da programação, reduzindo as exposições temporárias de 12 para quatro, a partir deste ano.

"As profundas alterações que o país viveu, devido à crise, também se reflectiram no museu", avaliou o responsável numa entrevista à agência Lusa a propósito do quinto aniversário da entidade, que se assinala na próxima segunda-feira.

A redução no orçamento de 2012 "obrigou a um adiamento ou cancelamento de um conjunto de actividades previstas" e, face a esta nova situação, o museu "teve de encontrar alternativas", resumiu.

O Museu Berardo chegou a ter 12 exposições temporárias por ano, desde a inauguração, a 25 de Junho de 2007, mas a partir deste ano, devido aos constrangimentos financeiros, deverão passar para quatro.

Há cinco anos, o Museu Berardo foi inaugurado no Centro Cultural de Belém (CCB), em Lisboa, na sequência de um acordo assinado em 2006, entre o Governo e o coleccionador e empresário madeirense José (Joe) Berardo, válido por um prazo de dez anos.

No acordo, foi determinado que o museu abria com um acervo inicial de 862 obras da colecção de arte moderna e contemporânea de Joe Berardo, na altura avaliadas em 316 milhões de euros pela Christie´s, leiloeira escolhida por ambas as partes.

A meio dos dez anos de acordo, a Fundação Colecção Berardo - presidida pelo coleccionador e onde o Estado e o Centro Cultural de Belém (CCB) têm representantes - foi confrontada, tal como outras fundações culturais do país, com um corte de financiamento por parte da Secretaria de Estado da Cultura.

De acordo com os dados do museu fornecidos à Lusa, o orçamento atribuído pelo Estado (da tutela da Cultura e do Turismo de Portugal) foi de quatro milhões em 2010, 3,35 milhões em 2011, e de 2,1 milhões em 2012, o que representa uma diminuição de 47,5% face a 2010 (-1,9 milhões).

Estas verbas provêm do orçamento da Cultura e do Turismo, sendo que a Cultura transferiu três milhões em 2010, 2,55 milhões em 2011 (-15%) e 2,1 milhões em 2012 (-30% acumulados).

Por seu lado, o Turismo de Portugal transferiu um milhão em 2010, 0,8 milhões em 2011, e não houve qualquer transferência em 2012, ainda segundo o museu.

De acordo com Pedro Lapa, "as receitas privadas têm conseguido manter-se, com a entrada de alguns mecenas e a saída de outros, mais ou menos constante, com tendência negativa, em consonância com a economia".

Quanto às visitas guiadas, como a grande maioria é para as escolas, "são gratuitas, sendo uma fonte de custo, e não de receita.

Gratuitamente o museu proporciona visitas guiadas a 64 mil crianças e jovens anualmente", indicou o responsável.

Questionado sobre o contributo da loja do museu, "trata-se de uma concessão e, portanto, tem basicamente o valor de aluguer de um espaço comercial, não tendo expressão significativa nas receitas", explicou ainda Pedro Lapa.

No quadro do acordo, que foi aprovado no parlamento em forma de decreto-lei (166/2006), Joe Berardo cedeu a colecção por um período de dez anos, e o Estado cedeu o módulo 3 do CCB para mostrar o acervo, sendo ainda responsável pelas despesas de funcionamento.

O secretário de Estado da Cultura, Francisco José Viegas, chegou a falar numa nova avaliação da colecção, mas até agora não foram revelados oficialmente mais pormenores e, contactado pela Lusa a propósito deste quinto aniversário do Museu Berardo, o gabinete de comunicação da tutela disse apenas: "Não vamos fazer comentários sobre o museu".
O Museu Colecção Berardo celebra no dia 25 de Junho cinco anos de vida, com 3,4 milhões de visitantes, e assinalará a data durante três dias com um programa de actividades nos espaços expositivos, em Lisboa.
(fonte: http://www.dnoticias.pt)

Galeria dos Prazeres inaugura exposição de Ana Mandillo


A Galeria dos Prazeres inaugura a 29 de Junho, pelas 19 horas, uma exposição da artista lisboeta Ana Mandillo, que ocupará as duas salas de exposições daquele espaço.

A mostra intitula-se 'A Partilha' e reúne 28 trabalhos de grande, médio e pequeno formato.
De acordo com Patrícia Sumares, directora da galeria, "as obras desta artista apresentam-se com uma técnica dominante: a aguarela sobre papel. No entanto, é legítimo identificar o processo como técnica mista, uma vez que a artista também introduz colagens e outras técnicas".

Ainda segundo Patrícia Sumares, na sala mais ampla, ficará a maioria dos trabalhos; já na sala mais pequena, estarão expostos apenas dois trabalhos, que serão apresentados conjuntamente com dois mp3 e uma projecção de um vídeo musical.

Os trabalhos de Ana Mandillo, explica a directora da 'Galeria dos Prazeres', têm uma grande ligação com a música.

Mas, afinal, quem é Ana Mandillo?
Ana Mandillo nasceu em Lisboa, em 1963. Frequentou o Lycée Français Charles Lepierre, na capital portuguesa, e depois a Escola António Arroio. Em 1985 formou-se no Curso Profissional de Formação de Actores, no Centro Cultural de Évora, ingressando, no mesmo ano, na Companhia do Centro Cultural de Évora.

Nessa época, participou em diversos filmes, como 'Vertige', de Christine Laurent, ou 'As Bodas de Deus', de João de César Monteiro. Entre os anos de 1989 e 1992, frequentou o Centro de Arte e Comunicação Visual (Ar.Co), na área de desenho e pintura.

Ana Mandillo desenvolveu também actividades no campo da museologia, como membro dos Serviço Educativos do Museu Nacional da Marioneta (1989-1994), e do do Museu Condes de Castro Guimarães, em Cascais (1994-2007). A Fundação Calouste Gulbenkian concedeu-lhe uma bolsa de pós-graduação em Museologia em 1996, para uma formação de seis meses no Musée de Marionnette de Lyon, França.

A sua primeira exposição individual de pintura e escultura realizou-se em 1986 na galeria Gesto.Arte. Seguiram-se várias exposições, entre as quais as mostras no Botequim.

Ana Mandillo integra, desde a sua criação, o projecto 'Teatro Electroacústico da Miso Music Portugal'. Em 2010, apresentou no Estoril, no Festival Música Viva e na Universidade Católica Portuguesa, a mostra 'O Largo', em colaboração com os compositores Jacques Tremblay (Canadá), Anne-Claude Iger (França), Joaquim Pavão (Portugal) e do artista 3D Perseu Mandillo.

Em 2011, apresentou no Espaço Sarmento, em Lisboa, a exposição 'A Luz de Cada Momento'. Colabora com o jornal 'Le Monde Diplomatique' (ed. portuguesa) na ilustração de artigos. Este ano, editou o seu livro monográfico 'Impressões do caminho fresco' pela editora Monóculo. Ainda este ano, realizou as capas de diversos CDs para a editora Miso Records.
(fonte: http://www.radiocalheta.pt)

terça-feira, 19 de junho de 2012

Exposição do Prémio Estação Imagem/Mora 2012 - Porto



O Prémio Estação Imagem/Mora 2012 vai estar em exposição a partir de sábado, no Centro Português de Fotografia (CPF), no Porto, acompanhada, pela primeira vez, com "textos em inglês", anunciou hoje o presidente da Estação Imagem.

Em declarações à Agência Lusa, Luís Vasconcelos disse que a exposição do galardão de fotojornalismo, atribuído este ano a António Pedrosa pela reportagem "Iraquianos", que retrata a história de uma comunidade de cento e vinte pessoas de etnia cigana do Bairro do Iraque, numa vila transmontana, vai contar este ano com legendas em inglês para que os estrangeiros que visitam o Porto "também possam entender o que lá está".

"Nós, este ano, também temos os textos da exposição em inglês, porque no Porto há mais turistas e é uma questão de respeito", frisou o presidente, esperando assim chamar mais pessoas a visitar a exposição e referindo que as expectativas são "as mesmas" em relação à mostra do prémio de 2011, que contou no CPF com mais de vinte e cinco mil visitantes, uma vez que "não há razão para achar que vai ser diferente".

O também fotojornalista considerou ainda que o concurso "é para continuar", até porque considera o galardão um "incentivo" à reportagem fotográfica, na qual os "jornais e revistas portugueses deviam apostar mais", acrescentando que "há cada vez menos espaço" para o fotojornalismo na imprensa portuguesa, o que é não só "uma pena", mas é "também um erro".

Além do galardão principal, foram premiadas seis categorias, tendo sido atribuídos primeiros prémios a João Carvalho, com "Revolução Egípcia", na categoria Notícia, a Pedro Cunha, com "Surf em Portugal", na categoria Desporto e a Miguel Proença, com "Curandeiros", na categoria Vida Quotidiana.

Filipe Branquinho venceu a categoria "Retratos", pelo trabalho "Ocupações" e, por sua vez, Rui M. Oliveira foi primeiro classificado em Artes e Espetáculos, com "Uma Fábrica de Teatro", tendo Tommaso Rada vencido a categoria Ambiente, pelo trabalho "The Last Forest".

Foi também atribuída a Bolsa Estação Imagem|Mora para 2012 a Nelson d`Aires, com a proposta "Álbum de família - a memória de Mora, como demora a fotografia".

A exposição abre este sábado, pelas 16:30, no Centro Português de Fotografia, e vai estar patente até 23 de setembro, de terça a sexta-feira das 10:00 às 12:30 e das 15:00 às 18:00 e sábados, domingos e feriados das 15:00 às 19:00.

Luís Vasconcelos adiantou ainda que esta vai passar também por várias cidades do país, nomeadamente Viana do Castelo, Beja, Évora e Lisboa, embora ainda sem datas marcadas.
(fonte: http://www.rtp.pt/)