quarta-feira, 30 de maio de 2012

"Verão na Casa" da Música com 53 concertos




Um patrocínio e o reforço de verba por parte de 10 fundadores permitiu à Casa da Música anunciar, esta terça-feira, a programação "Verão na Casa", com concertos ao ar livre e alguma diversidade, como jazz e "world music". 

Dianne Reeves, Milton Nascimento, Nicolas Jaar, Playing for Change, António Zambujo e Vitorino são alguns dos nomes que se destacam da programação anunciada pela Casa da Musica até ao final de julho, que, segundo o diretor artístico António Jorge Pacheco, procura "apresentar propostas alternativas a aquilo que já é oferta do mercado" nesta altura do ano com a tónica "nas músicas do mundo e na música popular portuguesa".

Ao todo serão 53 concertos, 19 dos quais na esplanada fronteira ao edifício projetado por Rem Koolhaas e 33 deles de entrada gratuita que, segundo o diretor artístico, são de "entretenimento inteligente, dentro da filosofia programática da Casa da Música" e permitindo-lhe acrescentar alguma "diversidade", num ano em que os cortes afetaram áreas como o jazz ou a pop.

No jazz, o destaque vai para a vencedora de quatro Grammys, a cantora Dianne Reeves, que atua a 16 de julho, integrada no projeto Terri Lyne Carrington"s Mosaic Project.

Mas há espaço para a atuação de nomes mais locais, como a Kiko & the Jazz Refugees, a lançar o seu disco "L'USA" (12 de julho) ou a Orquestra de Jazz de Matosinhos (13 de julho), bem como de alunos de algumas escolas de música que, nos diferentes géneros, ocupam uma faixa significativa do "Verão na Casa".

As músicas do mundo estão representadas pelo brasileiro Milton Nascimento (2 de julho),com uma atuação em que celebra os 40 anos do seu álbum "Clube da esquina", mas também por grupos que navegam pelo reggae, como os Ponto de equilíbrio (2 de julho), Groudation (24 de julho) e os Playing for chance (11 de julho), esta uma formação liderada por Mark Johnson que vai pescar talentos nos músicos de rua.

Na música portuguesa, os destaques vão para António Zambujo (21 de julho), a viver a aclamação do seu álbum "Quinto", e para Vitorino (27 de junho), com um espetáculo denominado "Ergue-te ó sol de Verão", no qual interpreta músicas de José Afonso e Adriano Correia de Oliveira.


O tradicional Clubbing regressa a 22 de junho, no seu formato mais reduzido, com a atuação dos DJ da editora Cómeme, e no formato maior, a 30 de junho, com Nicolas Jaar e o seu projeto Darkside e Matthew Herbert's One Pig na sala Suggia e vários DJ espalhados pelo edifício.


Espetáculos tradicionais da Casa da Música, como o gratuito Concerto de São João, o concerto do prémio Suggia (6 de julho) o "best of" Música na Rua (28 e 29 de junho), que acolhe os melhores músicos que atuam num concurso do Metro do Porto e o Encontro de Bandas Filarmónicas (28 e 29 de julho) mantêm o seu lugar nesta programação estival.
Presente na conferência de imprensa esteve o administrador da Unicer, Pires de Lima, cuja marca Super Bock é o patrocínio maior do "Verão na Casa", e o administrador da Casa da Música, Nuno Azevedo, que quis agradecer o apoio da cervejeira e de 10 fundadores que reforçaram a sua contribuição.


"Este apoio extraordinário", afirmou, é que permitiu reeditar este bloco de programação, cobrindo a falta de apoio do Turismo de Portugal que, o ano passado, foi de 175 mil euros.
(fonte: http://www.jn.pt)

segunda-feira, 28 de maio de 2012

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Serralves em Festa...Está quase!!

Teatro Académico de Gil Vicente - Millenium-Reverse



Bem vindo à Chantelecom, empresa de telecomunicações. O encontro impossível de Jean, operador de telemarketing, e Jean-Pierre, diretor de recursos humanos, antes de perderem os seus empregos. Na impossibilidade de se agarrarem ao profissionalismo, o íntimo instala-se no escritório: there's no show-business like business.

CRIAÇÃO, TEXTO E ENCENAÇÃO David Desoras/DYProcess
TRADUÇÃO Alexandra Moreira da Silva
INTERPRETAÇÃO Yves Chedemois, Roger Contebardo, David Desoras, Alexandra Fadin, Céline Perra e Elise Roth
DESENHO DE LUZ Frédéric Rocher e Johann Ascenci
GUARDA ROUPA E CENÁRIOS François Gauthier-Lafaye
PRODUÇÃO Vivacte
ASSISTÊNCIA DE ENCENAÇÃO Yves Chedemois
APOIO TÉCNICO Rui Azevedo, Mathieu Bouillon
OPERAÇÃO DE LEGENDAS Rui Spranger
LEGENDADO português
DURAÇÃO APROX 2h15
M/12

PREÇÁRIO
7,5€ [Normal]
5€ [<25, Estudante, >65, Grupo + 10, Rede UC]
4€ [Assinatura para as Artes]


(fonte: http://www.tagv.info)

Cultech 2012 - Guimarães 2012

Imagem de Nathan Fake e Jon Hopkins no Cultech 2012

CULTECH é música na origem dos sentidos, é uma onda de vibrações em movimento e funda-se na consciência sensível da realidade transcendente da música enquanto ingrediente primordial das vidas e culturas humanas.

Imemorial a sua exaltação em rituais de toda a índole, a música não está sozinha porque se mobiliza num impulso relacional que dá oscilação e cor à imagem, enforma o edificado, dá gestos ao corpo, adapta-se a um filme, induz um cheiro, aclama e é aclamada, e por isso é o nosso veículo de contacto seminal transdisciplinar.

Neste sentido, a música electrónica, a imagem, a ilustração, o vídeo, o design e a arquitectura são as formas e conteúdos que animizam o espírito CULTECH, estruturando um horizonte de realização e participação sinestésica. Um estímulo proveniente de um sentido traduzido num outro diferente ou na experiência de um conjunto simultâneo de estímulos dialogantes entre si, produzindo emoções, caminhos e significados entre-motivados.

Neste fluxo incessante, interpretamos o preceito de MacLuhan "o meio é mensagem". O Cultech é o meio da criação artística na experiência estética. É um conjunto de momentos, eventos e acções moduladoras de experiências íntimas e colectivas. Seja ao vivo, on line, em rede, em directo, criamos uma geometria de relações simultâneas e memes criativos de partilha, alegria e contemplação.

É com base neste impulso relacional suscitado pela música, que actuamos enquanto produtores de cultura, de arte e de conceitos. Transportamos a música que nos transporta almejando actos originários e originais, materializados em 4 temas:

Transportar Música
Música ao vivo, online, podcast, stream live

Dançar Música
Dj Set + Live, festa, performance, dança

Imagem em Movimento
Projectos de interacção som/imagem, vídeo-clip, instalação digital, ilustração

I Play
Espaço dedicado à participação de todos: entusiastas, curiosos, atrevidos e excêntricos

Programa completo: http://www.cultech.com.pt/artistas.html
(fonte: http://www.cultech.com.pt)

Jazz ao Centro - Encontros Internacionais de Jazz de Coimbra 2012



Emblemático a nível nacional para qualquer amante de jazz, o festival mantém como força motriz o contacto do público com grandes nomes: Joe McPhee e Atomic estão entre os convidados da décima edição.

Aos 72 anos, o norte-americano John McPhee mantém-se como figura incontornável da linha frente do jazz mundial. É conhecido por deambular pelo "free jazz" em regime de improvisação, eclectismo e muita criatividade. Ele é o convidado especial dos três concertos do Trespass Trio, um grupo sueco amante destas referências.

O concerto que se segue também obedece à fórmula trio + convidado: o sentido de exploração livre do pouco Open Field eleva-se a outro patamar com a adição do violino de um grande improvisador: Carlos Zíngaro. Com quatro décadas de carreira e mais de meia centena de discos editados, o violinista e compositor é um dos mais reconhecidos improvisadores portugueses, dentro e fora de portas.

A sua presença no Jazz Ao Centro passa também por uma actuação a solo no Mosteiro de Santa Clara-a-Velha. O remate do festival é feito por um dos projectos mais representativos do dinamismo do jazz escandinavo: Atomic.

A secção rítmica é formada pelos noruegueses Ingebrigt Håker-Flaten (contrabaixo) e Paal Nilssen-Love (bateria), aos quais se juntam Pete Fredrik Ljungkvist (saxofones), Magnus Broo (trompete) e Håvard Wiik (piano).
(fonte: http://lazer.publico.pt)

Festival Internacional de Banda Desenhada (BD) de Beja

Mais de 100 autores portugueses e estrangeiros, como o canadiano Harold Foster, o desenhador de "Tarzan", vão contar "histórias em imagens" no oitavo Festival Internacional de Banda Desenhada (BD) de Beja, que arranca este sábado, 26.

   Até 10 de Junho, os "amantes" de BD vão poder apreciar pranchas e desenhos de autores consagrados e novos talentos da nona arte, através de sete exposições individuais e três colectivas e duas mostras patentes na Casa da Cultura de Beja.

   Devido às dificuldades financeiras da Câmara de Beja, a organizadora, através da Bedeteca de Beja, o festival vai realizar-se "numa versão mais reduzida", diz à Agência Lusa o diretor do festival, Paulo Monteiro.

   Em relação a edições anteriores, o festival deste ano tem menos exposições e iniciativas no âmbito da programação paralela, mas mais autores representados, explica.

   "O importante era não falhar uma edição e realizar o festival, mesmo numa versão mais reduzida", frisa ainda Paulo Monteiro, referindo que a organização já está "a pensar em soluções alternativas de financiamento para o festival voltar à velha forma" em 2013.
Este ano, o festival, que pretende divulgar "um pouco" de todos os formatos, géneros e estilos de BD, vai mostrar pranchas, desenhos e fotografias de cerca de 120 autores de 14 países, sobretudo de Portugal, Estados Unidos da América, Reino Unido, Brasil e França, acrescenta.

   Os portugueses André Oliveira, Carla Rodrigues, Eliseu Gouveia, Maria João Worm e Pepedelrey e o brasileiro Júlio Shimamoto, "um mestre da BD brasileira" que "em breve" vai ser editado pela primeira vez em Portugal, são os autores de BD que vão expor individualmente.

   O festival inclui também a exposição individual do fotógrafo Francisco Paixão, "De Beja a Angoulême – 18 horas de comboio", que retrata a viagem que uma comitiva de Beja, constituída sobretudo por autores de BD, fez em Janeiro para visitar a edição deste ano do maior festival de BD da Europa, que se realiza naquela cidade francesa.

   Das exposições colectivas, Paulo Monteiro destaca "Traços Comuns: Arte Original da Colecção de Domingos Isabelinho", que reúne originais de 29 autores, alguns "históricos da BD mundial", como Harold Foster, da colecção privada daquele que é "um dos maiores coleccionadores portugueses de BD".

   O festival inclui também as colectivas "Corto Maltese no século XXI", com desenhos de 45 autores portugueses sobre o personagem criado pelo italiano Hugo Pratt, e "Originais e Serigrafias da Bedeteca de Beja", que reúne trabalhos de 37 autores nacionais e estrangeiros, como o norte-americano Craig Thompson e o italiano Fabio Civitelli.

   O festival inclui ainda duas mostras de obras de dois autores portugueses que vão ser lançadas e apresentadas no festival, ou seja, "Obscurum Nocturnus", de Diogo Carvalho, e "Han Solo", de Rui Lacas.

   Além das exposições, o festival inclui o Mercado do Livro e uma programação paralela, com lançamentos e apresentações de livros e revistas, workshops, filmes, venda de revistas usadas, originais e serigrafias, um torneio de jogos e o festival Santa Maria Summer Fest 2012, dias 1 e 2 de Junho. (fonte:
http://www.correioalentejo.com)