segunda-feira, 23 de abril de 2012

Filme “Embargo”, de António Ferreira, selecionado para festival da Holanda



A longa-metragem “Embargo”, do cineasta António Ferreira, inspirada num conto de José Saramago, foi selecionada para o Festibérico 2012 – Festival de Cinema Português e Espanhol, que decorre em Delf, Holanda, entre 19 e 29 de abril.

Fonte da produtora do filme, a Persona non Grata Pictures, adiantou que a exibição está programada para o dia 25, às 19:30, no Filmhuis Lumen.

Desde setembro de 2010, altura em que teve estreia comercial em Portugal, o filme foi selecionado para mais de duas dezenas de festivais internacionais de uma dezena de países, designadamente de França, Itália, Brasil, Venezuela, Espanha, Suécia, Estados Unidos e Canadá.

A estreia comercial no Brasil verificou-se em finais de 2011 e, este ano, o filme do realizador português foi já escolhido pela Academia Brasileira de Cinema para a secção de longas metragens de ficção candidatas ao Grande Prémio do Cinema Brasileiro 2012, em todas as categorias artísticas e técnicas, pelo facto de ser uma co-produção Portugal-Brasil-Espanha.
“Embargo”, segunda longa-metragem de António Ferreira depois de “Esquece tudo o que te disse” (2002), arrebatou dois prémios em Portugal – a Menção Honrosa do Júri Internacional do Fantasporto 2010 e o Prémio de Melhor Argumento Adaptado dos XVII Caminhos do Cinema Português 2010.

Inspirado na crise petrolífera e rodado em Coimbra, cidade onde António Ferreira tem a sua produtora cinematográfica, o filme baseia-se no conto homónimo de José Saramago, inserido na obra “Objeto quase”.

No papel de protagonista surge Filipe Costa, que se iniciou como ator no teatro universitário de Coimbra, e foi fundador das bandas musicais “Bunnyranch” e “Sean Riley & The Slowriders”.

No filme participam ainda, como atores, Cláudia Carvalho, Pedro Diogo, Fernando Taborda, José Raposo, Miguel Lança e Eloy Monteiro. (fonte: http://www.asbeiras.pt)

Cantanhede: Mika será o cabeça-de-cartaz da Expofacic

mika

Está confirmado. Mika é o principal artista internacional da Expofacic deste ano. Um nome que, segundo a organização, “reforça significativamente a atratividade do cartaz de espetáculos”.

O cantor pop radicado em Londres regressa a Portugal para atuar em Cantanhede a 4 de agosto, sábado, depois dos concertos que realizou em alguns dos maiores eventos musicais do país, com destaque para os festivais Super Bock Super Rock (2008), no Sudoeste (2010), no Marés Vivas (2011) e, claro, na Queima das Fitas de Coimbra (2011).
“A avaliar pelas dezenas de milhar de fãs que assistiram a esses concertos, a expetativa é a de que o recinto do Parque Expo-Desportivo de S. Mateus registará uma das suas maiores enchentes de sempre” para ver o cantor convidado por Madonna para o seu último álbum, “MDNA”, onde Mika canta ”Gang Bang” com a diva da pop, preconiza a organização.

Depois do concerto do autor do grande êxito internacional “Relax,Take it Easy”, sobem ao palco Tim Royko & Cosmo Klein, famosa dupla que tem triunfado nas pistas de dança da europa com vários temas de sucesso, entre os quais se destaca “Beautiful Lie”. Tim Royko, em conjugação com a voz quente e insinuante de Cosmo Klein, promete incendiar o entusiasmo do público que visitar a Expofacic na noite de 4 de agosto.

Mas além de Mika e de Tim Royko & Cosmo Klein, há ainda outro importante nome da música internacional a atuar na Expofacic, neste caso a 31 de julho. A organização tem já garantida a contratação de um artista que recentemente se tem vindo a impor no panorama musical europeu, mas o seu nome, por razões contratuais, só pode ser divulgado no início de junho.

Entretanto, o cartaz de espetáculos está praticamente fechado, devendo as últimas negociações ser concluídas nos próximos. Recorde-se que foram já anunciados David Carreira e Diego Miranda ft. Ana Free (25 de julho), Pedro Abrunhosa e Mónica Ferraz (26 de julho), Buraca Som Sistema e Mastiksoul (27 de julho), Tony Carreira (28 de julho). Outros nomes sonantes são os de Mariza (1 de agosto), Paulo Gonzo e Amor Electro (2 de agosto), Boss AC e Pete Tha Zouk (3 de agosto), e os incontornáveis Xutos & Pontapés no encerramento, a 5 de agosto, depois dos concertos de Mika e de Tim Royko & Cosmo Klein no dia anterior.

Quanto ao que se irá passar no palco sagres, de 25 de julho a 5 de agosto, este ano a organização tem também assegurada a atuação de Pedro Tabuada (26 de julho), X- Wife (27 de julho), Fernando Alvim (2 de agosto) e John Waynes (3 de agosto), nomes que se vêm juntar aos já anunciados DJ Kura (25 de julho), Rita Mendes (31 de julho) e Tiko Grooves (1 de agosto) e Funkyou2 (5 de agosto). (fonte: http://www.cnoticias.net)

Pintura e desenho de António Gonçalves e Escultura de Isaque Pinheiro no espaço We Art



A mostra, que estará patente até ao dia 19 de Maio, traz a público um conjunto de trabalhos originais de António Gonçalves e obras selecionadas por Isaque Pinheiro para este espaço de exposições.




Natural de Famalicão e residente no Porto, António Gonçalves é já um dos nomes relevantes das artes plásticas portuguesas. Nas palavras do escritor Valter Hugo Mãe, «equilibra desenhos como quem assaca ao improvável uma completude qualquer. Algo que se tenha ensimesmado e se afirme. Um movimento que, satisfeito, deixa ver o que move (...) Assim, sempre penso no trabalho do António Gonçalves como aquela utopia já rara de se esperar o encontro com uma forma que, até então inexistente ou nunca revelada, se imponha ao olhar como se lhe fizesse falta, como se viesse satisfazer uma falta que se possa então identificar, como se conferisse outra plenitude à perceção das coisas, de algo específico ou tão genérico que aproveite à plenitude de se estar vivo.»

Isaque Pinheiro é um dos grandes escultores portugueses da atualidade. As peças patentes nesta exposição revelam o carácter lúdico do artista, a sua ironia e a sua grande capacidade em dar vida aos materiais. Sobre Isaque Pinheiro afirmou o conceituado crítico e curador espanhol David Barro: «Resulta evidente que a evolução escultórica desde o classicismo até hoje tem sido um universo de desencontros. Inclusivamente poderíamos dizer que a escultura assume uma repetida traição a si mesma em cada passo que dá. O mesmo sucede com as peças de Isaque Pinheiro, sempre distintas, surpreendentes, engenhosas mesmo quando falam do mais normal e quotidiano.

Para Fernando Mendonça, director da WeArt, esta exposição enquadra-se na linha de exposições definidas pela WeArt e é sem dúvida um grande orgulho.

A WeArt vai continuar a promover os artistas que se enquadrem no perfil que definiram e brevemente mais exposições se seguirão. (fonte: We Art)

«Democracia em cartaz. O Solidariedade e a Revolução dos Cravos»


Casa de Serralves
De: 2012-04-20 a 2012-04-29
Horários: Todos os dias

Inserida no programa Dias da Cultura Polaca no Porto, a exposição pioneira Democracia em cartaz. O Solidariedade e a Revolução dos Cravos nas artes gráficas coloca pela primeira vez, lado a lado, cartazes pró-democráticos do movimento polaco Solidariedade e cartazes alusivos à Revolução do 25 de Abril em Portugal. Os 100 trabalhos marcantes ilustram o caminho de duas sociedades distintas por um objectivo comum, construindo um relato de grande valor histórico.

Esta iniciativa resulta de uma parceria entre o Museu do Cartaz em Wilanów e o Centro de Documentação 25 de Abril da Universidade de Coimbra.

Galeria dedicada a Lena Gal na Ribeira Grande



A Câmara Municipal da Ribeira Grande vai criar uma galeria de arte dedicada à pintora Lena Gal, natural dos Fenais da Ajuda, concelho de Ribeira Grande.

A Galeria Lena Gal vai abrir junto ao Museu da Emigração, na então sede da empresa municipal “Ribeira Grande Mais”.

A pintora, que no ano passado expôs os seus últimos trabalhos, por ocasião das festas da cidade, ofereceu ao município nortenho 30 quadros, já com a intenção de ser criado um espaço que mostrasse a sua obra. Os seus quadros são marcados pela figura feminina: a Mulher Plural e Intemporal e/ou as mulheres que tem dentro de si, libertando-as na tela.

A Galeria Lena Gal será inaugurada por ocasião das festas do concelho, que se iniciam a 28 de Junho e terminam a um de Julho.

Para além da obra da artista estará em exposição permanente a sua bibliografia, documentos, fotografias e jornais que proporcionarão ao visitante uma visita à vida e obra da artista.

Lena Gal já expôs várias vezes na ilha de S. Miguel, tendo no seu currículo várias exposições no continente, Espanha e outros países europeus, tendo ainda representações em acervos públicos, museus e colecções particulares.

A assinatura que adopta, como autora, Lena Gal, deriva do seu nome de baptismo, Helena Maria Galvão Amaral, nascida a sete de Junho de 1957, nos Fenais da Ajuda, concelho de Ribeira Grande, S. Miguel. A sua vocação artístico-literária manifesta-se desde a adolescência. Com apenas 15 anos, os seus trabalhos começam a ser reveladas por jornais açorianos, onde colabora (publicando poesia, temas regionais, desenhos a carvão e a lápis de cor, de sua autoria).
Vive em Lisboa desde 1978, onde prosseguiu o desenvolvimento do seu trabalho vocacional, apenas desenhando, até então, a carvão e a pastel seco. Estimulada, ocasionalmente, pela pintura de Graça Morais toma a decisão de dedicar-se à pintura. Passa a frequentar a Cooperativa de Gravadores Portugueses, onde (em 1986) trava conhecimento com o pintor José Júlio, cujo atelier viria, temporariamente, a frequentar. A partir de 1988, inscreve-se em cursos da Sociedade Nacional de Belas Artes e da Ar.Co - Centro de Arte e Comunicação Visual, jamais deixando de assumir-se, todavia, como autodidacta, em constante aprendizado. Embora utilize a tela e o papel como suportes preponderantes do seu trabalho pictural, dedicou-se, durante dois anos, ao estudo das técnicas tradicionais de gravura em couro, com o mestre José Guerra (Sintra), recriando uma filosofia plástica e pictórica própria, aplicada à pintura sobre o couro, ao restauro e à recriação de peças artesanais antigas. Procurou, ao longo de cinco anos, um farol e uma rota para o seu percurso. Pintou marinhas, paisagens, casarios, figuras diversas, crianças, homens e as ceifeiras.

Em 1990 fez amizade com pintores naifs, como Luiza Caetano, Edna Araraquara, Zé Cordeiro, Ló, Fernanda Mourão. Mais tarde conhece alguns artistas profissionais de carreira, com quem se relaciona e convive, como Artur Bual, Alfredo Luz, Edgardo Xavier, Eduardo Nascimento, Ernesto Neves, Felippa Lobato, Fernanda Páscoa, Henrique Gabriel, Luís Vieira Baptista, Maria Almira Medina, Mário Vinte e Um, Pé Leve e Rogério Timóteo, entre muitos outros. Em 1996, inicia um novo ciclo do seu trabalho criativo e, do seu inconsciente, emerge a Mulher Plural e Intemporal «as mulheres que tem dentro de si» libertando-as na tela. Participou em inúmeras actividades pedagógicas e organizou várias exposições.
(fonte: http://www.jornaldiario.com)

sexta-feira, 20 de abril de 2012

Frankie Chavez apresenta o novo blues português no CCB

O Centro Cultural de Belém (CCB) recebe a 4 de Maio (sexta-feira), pelas 21:00, Frankie Chavez, o músico que tem revolucionado a forma de interpretar blues e folk em Portugal.

Frankie Chavez percorre este estilo ancestral como se de uma viagem para além dos sons se tratasse, apresentando um blues mais vasto, que resulta da sua exploração deste estilo, incutindo-lhe outra abordagem e novas sonoridades.
Os êxitos de Frankie Chavez têm sido apresentados desde o início do ano, numa digressão nacional de norte a sul do país, onde expõe a simplicidade da sua fórmula de sucesso, actuando no formato «one man band». Utiliza várias guitarras com diferentes afinações, uma bateria improvisada e vários pedais de efeitos, criando uma sonoridade forte mas arejada, onde nada é feito ao acaso.
De regresso da trigésima edição do Canadian Music Week, onde apresentou três espectáculos com grande sucesso que resultaram em convites para actuar nos EUA e na Europa, Frankie Chavez, revela-se um promissor talento da música portuguesa.
O músico prepara-se para levar a música portuguesa para o México, tendo sido convidado o Festival Internacional das Culturas em Resistência Ollin Kan, um dos maiores encontros de expressões culturais da América Latina, a decorrer na Cidade do México.

Com influências de nomes como Robert Johnson, Kelly Joe Phelps, Ry Cooder, Jimi Hendrix, Led Zeppellin e Dire Straits, entre outros, a paixão pela guitarra começou aos 9 anos e desde então tem vindo sempre a crescer, ao ponto de ter reinventado a abordagem da guitarra portuguesa. Tem conquistado várias plateias, com a sua afinação própria, dando-lhe uma roupagem diferente, que mistura o trinar tão característico daquele instrumento com riffs típicos de blues. O resultado é agradavelmente surpreendente.

O percurso do músico como cantor começou em 2006 com «Slight Delay», tema incluído num documentário sobre a cultura de surf na Indonésia, intitulado «Flavours». Desde então tem actuado por todo o país, chegando a partilhar o palco com nomes como Dub Incorporation, Gentleman ou James Hunter. Foi também um dos compositores da banda sonora do documentário «Pare, Escute, Olhe» de Jorge Pelicano.

Em Março de 2010 Frankie Chavez lançou o seu primeiro EP homónimo produzido pela Optimus Discos, uma iniciativa que apoia projectos emergentes da cena musical portuguesa. Um dos temas do EP «I Don´t Belong» faz também parte da colectânea «Novos Talentos Fnac 2010».
Em Janeiro de 2011 grava o seu primeiro álbum intitulado «Family Tree». O mais recente trabalho conta com a participação de alguns convidados, entre os quais Kalú (Xutos e Pontapés) e Emmy Curl e foi lançado em Abril de 2011 como edição de autor.
Centro Cultural de Belém
Pequeno Auditório
Sala Eduardo Prado Coelho
Horário: 21:00
Preços: plateia 16 euros, laterais 13,5 euros

(fonte: http://diariodigital.sapo.pt)

Guerra Colonial em exposição



Uma exposição com obras de Manuel Botelho divulga até 07 de julho, em Lisboa, o lugar das imagens de guerra na cultura visual moderna, através da relação entre o imaginário português e a Guerra Colonial.

«Confidencial/Desclassificado» é o título desta exposição, patente no Espaço Fundação PLMJ (Av. da Liberdade, 224). O pintor apresenta várias séries de obras, algumas inéditas, através da produção de imagens de guerra fictícias. As obras são encenações de micro-histórias protagonizadas por um soldado português que simboliza os combatentes da Guerra Colonial, e nelas Manuel Botelho explora a perceção, a experiência vivida e a memória visual existentes em Portugal acerca deste conflito.
(fonte:
http://www.mundoportugues.org)