quarta-feira, 18 de abril de 2012

2.ª edição do prémio literário "Novo Autor, Primeiro Livro"



O prémio "Novo Autor, Primeiro Livro" já abriu as candidaturas para a 2.ª edição. Até 11 de maio, qualquer pessoa que nunca tenha publicado um livro pode concorrer, com o género conto.

A Fundação Ciência e Desenvolvimento (FDC) criou, em 2011, o prémio "Novo Autor, Primeiro Livro". Este prémio literário nasceu através do ciclo poético "Quintas de Leitura" e coleção "Cadernos do Campo Alegre".

João Gesta, programador do Teatro do Campo Alegre, afirma que este prémio foi criado devido à dificuldade que os jovens têm em editar pela primiera vez, tendo em conta "que as editoras não arriscam nos nomes novos, nas jovens promessas da literatura portuguesa". "Achamos que um dos papéis importantes da Fundação seria dar oportunidade a esses novos autores de apresentarem os seus trabalhos", explica.

O género literário do concurso pode variar de ano para ano. Em 2011, as obras concorrentes eram todas de poesia. Em 2012, a modalidade escolhida é o conto. Isto acontece porque, segundo João Gesta, "a editora sugeriu que seria interessante", além da poesia, incluir outros géneros literários, de forma a tornar "mais abrangente a possibilidade das pessoas concorrerem". O programador do Teatro Campo Alegre adianta, ainda, que para o próximo ano o género será novamente a poesia.

O prémio "Novo Autor, Primeiro Livro" consiste na edição da obra vencedora pela FDC e pela Editora Objectiva. Além da publicação da obra existirá também uma "sessão regular das Quintas de Leitura, onde o livro será devidamente apresentado". "Digamos que é um duplo prémio", assegura João Gesta.

O ano passado concorreram cerca de cem obras, o que para o programador do teatro é algo "muito significativo". Este ano, como o género literário mudou, e "uma vez que Portugal é, sobretudo, um país de poetas, não sabemos se nesta modalidade de conto haverá tanta apetência por parte dos concorrentes", diz João Gesta. Contudo, as expetativas para este ano são positivas, tendo em conta a "quantidade de telefonemas" que a organização tem recebido.

Qualquer pessoa que nunca tenha publicado um livro pode concorrer ao prémio. As obras originais têm de ser entregues até ao dia 11 de maio e os resultados serão publicados no dia 16 de julho.
(fonte: http://jpn.icicom.up.pt)

Governo quer Casa da Música gerida à imagem do Centro Cultural de Belém (CCB)



Os responsáveis pela Casa da Música “saberão utilizar a sua capacidade de gestão” para ultrapassar a diminuição em dois milhões de euros das verbas que recebem anualmente do Estado. Foi assim que a Secretaria de Estado da Cultura (SEC) reagiu às declarações do administrador delegado da Casa da Música, Nuno Azevedo, depois de este afirmar que o modelo económico da fundação que sustenta a Casa da Música “entrou em crise” e que a sustentabilidade da Instituição “está em risco”.
(fonte:
http://www.grandeportoonline.com)

Centro Cultural de Belém (CCB) recebeu um total de 740 projetos

De acordo com uma nota de imprensa do CCB hoje divulgada, depois do repto lançado aos agentes culturais portugueses, foram recebidas 252 propostas na área da música, 173 na área do teatro, 61 na área da dança, 31 no serviço educativo, 44 para projetos transversais de artes performativas e 14 na área do cinema.

Foram também recebidas 126 propostas para exposições, 29 para programas na área da literatura, cultura portuguesa e ciência, segundo o CCB. (fonte: http://noticias.sapo.pt)

Queimar Arte em protesto!!

Queimar Arte em protesto contra a crise

Um museu italiano começou a queimar as suas obras, em protesto contra os cortes nos subsídios culturais. Antonio Manfredi, fundador e diretor do CAM, Museu de Arte Contemporânea de Casoria, Nápoles, afirma que, de qualquer forma, as obras estão perdidas, por não haver dinheiro para manter o museu aberto.

A primeira tela desfez-se em fumo às seis da tarde de dia 17, incendiada pelo próprio Manfredi. A autora da tela, a francesa Séverine Bourguignon, não só apoiou o protesto como assistiu em direto, online, à “morte” da obra. Bourguignon considerou o ato "político", necessário e convincente face a estas circunstâncias adversas.

Hoje, igualmente às seis da tarde, será a vez da artista napolitana Rosaria Matarese incendiar uma das suas obras.

Antonio Manfredi ameaça queimar todo o acervo do museu, obras de artistas contemporâneos do mundo inteiro, entre elas pinturas, esculturas, instalações e vídeos. “De qualquer modo, as nossas mil obras estão a caminho da destruição devido à indiferença do governo” explicou Manfredi.

Deverão ser destruídas três obras por semana enquanto durar o protesto, intitulado “Art War” (Guerra da Arte). O diretor do CAM de Casoria, ele próprio um escultor, considera que só com medidas extremas será possível chamar a atenção do ministro italiano da cultura, Lorenzo Ornaghi.
Asilo na Alemanha
Já em fevereiro do ano passado, Manfredi foi notícia por ter escrito uma carta à chanceler alemã, Angela Merkel, propondo-lhe transferir o museu para a Alemanha. Para assinalar a missiva, Manfredo hasteou mesmo a bandeira alemã à porta do CAM de Casoria.

“Estou a falar a sério. Não é nenhuma espécie de evento artístico. Se ela me der asilo, vou fazer as malas e mudar-me para a Alemanha com a minha equipa e toda a coleção de mil obras do museu,” afirmou Manfredi no dia 5 de fevereiro de 2011.

Apenas obteve resposta da galeria de arte marginal Tacheles, emblemática de Berlim, que em maio de 2011 se dispôs receber a exposição sobre a máfia e sua infiltração na sociedade. António Manfredi decidiu agora outra forma de protesto.

A destruição das obras de arte recebeu o apoio de vários artistas europeus que já colaboraram com o CAM de Casoria, entre eles o escultor galês John Brown, que segunda-feira incendiou um dos seus próprios trabalhos, Manifesto.

“O processo de fazer a obra de arte e a interação com o público é mais importante do que mantê-la como objeto precioso,” afirmou Brown à BBC, acrescentado que este é também um protesto simbólico contras as soluções para a crise económica que têm vindo a ser adotadas.

Mas há também quem critique Manfredi, considerando estes protestos apenas uma forma de publicitar a existência do museu através de notícias.
Ameaçado pela Camorra
O
CAM de Casoria inclui obras de artistas de todo o mundo, incluindo Portugal, representado por Frederica Bastide Duarte, Alexandra Cabral, Sofia V. Bustorff, Rita Da Costa ou Beatriz Albuquerque.

Instituído em 2005, o museu tem sido palco de diversas exposições e colaborações marcantes, nomeadamente com a Bienal de Veneza. Mas, além de algum dinheiro inicial para a fundação do museu, o estado italiano não tem dado apoios. O museu sobrevive sobretudo à custa de exposições e de mecenas.

O Cam napolitano tem tido igualmente dificuldades com o crime organizado italiano, desde que ousou fazer uma exposição sobre a Camorra, a máfia italiana e os problemas dos imigrantes ilegais. Manfredi afirma ter recebido ameaças de morte e o museu foi vandalizado.

“Há forças negras a agir aqui que querem que as coisas se mantenham estáticas. Não é necessariamente um homem da máfia a aparecer se arma em punho, é mais subtil do que isso mas, se se é daqui, percebe-se muito bem a mensagem,” afirma o fundador do CAM.

Nápoles é uma das regiões mais pobres de Itália e a criação do CAM procurou agitar as águas e criar alternativas culturais. Entre as diversas atividades o museu colabora com diversas instituições locais de ensino.

Mas Manfredi tem poucas esperanças que algo fique resolvido com os seus protestos. Os cortes orçamentais estão a afetar até mesmo um dos principais polos turísticos de Itália, a cidade romana de Pompeia, soterrada nas cinzas de uma erupção do Vesúvio em 79 DC e que tem vindo a ser redescoberta desde o SÉC.XVI. (fonte: http://www.rtp.pt)

BesPhoto 2012 e o vencedor é Mauro Pinto



Na segunda edição em que o mais importante prémio de fotografia em Portugal assume formato internacional, o júri destaca "a entrega à realidade" do moçambicano Mauro Pinto.

E a carta fora do baralho revelou ser, afinal, um trunfo. Mauro Pinto, nascido em 1974 em Maputo, Moçambique, foi ontem escolhido "por unanimidade" como novo vencedor do BesPhoto, o mais importante prémio de fotografia em Portugal, que atribui 40 mil euros.
À oitava edição - a segunda aberta a artistas de outros países de língua portuguesa -, Mauro Pinto candidatou-se ao lado do português Duarte Amaral Netto (n. Lisboa 1976) e dos brasileiros Rosângela Rennó (n. Belo Horizonte, 1962) e colectivo Cia de Foto, criado em 2003. Na exposição de avaliação apresentou uma selecção de 12 fotografias de uma longa série intitulada Dá Licença, com mais de mil imagens realizadas no emblemático Bairro da Mafalala, onde viveram muitos dos que fizeram a independência moçambicana.
Samora Machel, Chissano, Marcelino dos Santos. Mas também Eusébio e Craveirinha. Com o tempo, o Bairro da Mafalala acabou por se tornar um bizarro destino turístico da capital moçambicana. Mauro Pinto concentrou-se nos interiores das casas: chão de cimento, tectos e paredes de lusalite, cadeiras e mesas de plástico, sofás de cabedal esventrados. Nas suas imagens não há turistas nem moradores, não há pessoas - os objectos e ambientes surgem como retrato da vida, por ausência.
"Esta série revela a entrega do artista à realidade das pessoas que habitam os espaços aqui retratados, ao mesmo tempo que transmite uma perspectiva histórica e sociológica da realidade contemporânea moçambicana", escreveu nas ponderações finais o júri de premiação internacional, este ano constituído por Dominique Fontaine, curadora e assessora da plataforma POSteRIORI (Montreal), Dirk Snauwaert, curador e director do Wiels Arts Center for Contemporary Art (Bruxelas), e Ulrich Loock, ex-director adjunto do Museu de Serralves e do Kunsthalle Bern.
O júri sublinha ainda "a forma como o artista utiliza a luz, dando vida aos elementos presentes": "Da cor aos objectos, é de realçar a capacidade com que o seu trabalho nos transporta para uma realidade habitada" - isto com uma apresentação "sem artifícios na sua essência".
A presença não artificiosa do seu trabalho é precisamente o que faz de Mauro Pinto uma carta fora do baralho de afinidades entre um grupo de candidatos cuja obra explora, em geral de forma mais construída, noções ligadas à fotografia como suporte e como documento.
Para o projecto com que se apresentou ao prémio, Rosângela Rennó, talvez o nome mais conhecido de entre os candidatos - está até 6 de Maio no Centro de Arte Moderna da Gulbenkian com a exposição Frutos Estranhos -, partiu de uma série de imagens do princípio do século XX compradas numa loja de segunda mão.
De regresso à ontologia da imagem, em Lanterna Mágica, voltou às técnicas clássicas: a revelação sobre papel, o controlo da luz... Sobre as imagens que ampliou a partir de negativos - um lago, um conjunto de árvores, um caminho... - fez incidir um cone de luz, criando fantasmagorias, buracos negros que engolem secções de informação das imagens, num gesto tanto de atribuição de nova carga simbólica a imagens preexistentes como numa reflexão sobre a necessidade de construção de novas imagens.
O colectivo Cia de Foto apresentou fotografias, mas também vídeos - propostos como paisagens sonoras. Imagens de negros densos com trabalhadíssimas presenças de luz, a remeter para uma das questões essenciais da fotografia: o eterno conflito entre a luz e a sombra.
E outra questão de base em torno da fotografia no projecto com que se candidatou Duarte Amaral Netto: as problemáticas e narrativas construídas à volta da oposição real versus ficção.

Lisboa-São Paulo
Na primeira sala da exposição do prémio, que fica até 27 de Maio no Museu Berardo, em Lisboa, e depois viaja para a Pinacoteca de São Paulo, Brasil (16 de Junho a 5 de Agosto), Amaral Netto mergulha-nos de imediato na dúvida, um território em que as fronteiras entre documento e suporte de construção ficcional se esbatem.
Conhecemos Z que, em 1938, formado em Medicina pela Universidade de Coimbra, parte para a Alemanha, para se especializar na reconstrução de lesões faciais no Hospital da Luftwaffe. São dezenas de fotografias: Z num curso de planadores; Z a esquiar; Z com os colegas do hospital, em jantares, festas; imagens de pacientes deformados; soldados fardados; a fuga para França através da floresta de Ardennes... Presumimos que Z não existiu, e que as imagens que observamos pertenceram a diferentes narrativas que não aquela que compõem na mostra.
Numa entrevista no catálogo do prémio, Mauro Pinto explica como, aos 12 anos, chegou à fotografia com o português Alexandre Júnior: "Procurei-o para lhe dizer que queria ser fotógrafo, ele não acreditou em mim [...] pegou num livro de Ansel Adams e numa revista [...] e disse: "Miúdo, vai ler e ver as fotos. Quando acabares volta." [...] uma semana depois estava lá. [...] mais tarde fiz um curso por correspondência e um estágio na Foto Retina. E foi assim..."
No final dos anos 1990, Mauro Pinto estudou na Monitor International School, em Joanesburgo. Em 2002 integrou pela primeira vez a PhotoFesta, em Maputo. Tem participado em várias exposições internacionais desde então. (fonte: http://ipsilon.publico.pt)

4ª edição do festival LISBOA, CAPITAL, REPÚBLICA, POPULAR




O Musicbox promove durante a próxima semana (19-21 Abr) a 4ª edição do festival LISBOA, CAPITAL, REPÚBLICA, POPULAR.

Celebrar Abril através da reflexão sobre a actualidade de temas e valores que são de sempre é o propósito desta iniciativa que envolve a edição de um jornal de distribuição gratuita e a realização de concertos e debates.
O Jornal este ano tem a manchete “Ser Solidário”. É sob esta premissa que 2 Bloggers (Francisco Silva e Pedro Marques Lopes) se juntam para um debate a realizar dia 19 de Abril no POVO, moderado por Nuno Miguel Guedes (que este ano assina a coordenação do jornal) onde serão abordados os temas: “Ser solidário é ser humano? A solidariedade é uma utopia ou uma realidade? Está na natureza humana esta ajuda ou só acontece de forma pontual e rapidamente esquecida? O que está a acontecer nos dias de hoje?”

Os espectáculos decorrem ao longo de 3 dias no Musicbox:

Dia 19 Abril: Ladrões do Tempo é banda que reúne na mesma formação várias gerações de virtuosos músicos que encontram em palco um ponto de comunhão: o rock. Tó Trips e Pedro Goncalves (Dead Combo), Paulo Franco (Dapunksportif), Samuel Palitos (A Naifa) e Zé Pedro (Xutos e Pontapés) são os revolucionários que compõem estes Ladrões do Tempo.

Dia 20 de Abril: Omiri, Toca’Andar e Gaiteiros de Lisboa uma noite que cruza diferentes gerações da música tradicional portuguesa, programada em parceria com a plataforma A Música Portuguesa a Gostar Dela Própria.

Dia 21 de Abril: Para o encerramento está previsto um espectáculo único, irrepetível e de entrada livre: “Vozes na Luta” recupera algumas das mais pertinentes canções dos extintos G.A.C – Grupo de Acção Cultural, interpretados por músicos da nova geração como Filho da Mãe, Manuel Fúria, Cão da Morte, Vicente Palma, Bob da Rage Sense, Bruno Vasconcelos, Inês Pereira, Diego Armês, Afonso Cabral, Hélio Morais + Quim Albergaria e Elisa Rodrigues + Júlio Resende, acompanhados pela banda residente: Flak, Nuno Pessoa e Filipe Valentim.

Lisboa, Capital, República, Popular junta o nome de quatro jornais já desaparecidos, era também um pregão agitador usado pelos ardinas antes de Abril de 1974. Voltarão a circular por Lisboa a partir da próxima segunda-feira.




PROGRAMA

QUINTA . 19

LADRÕES DO TEMPO + DJ SET LUÍS VARATOJO (1ª Parte)

23h . Concertos . Rock . PT
SEXTA . 20
TOCA'ANDAR + OMIRI + GAITEIROS DE LISBOA


23h30 . Concertos . Música Popular . PT

SÁBADO . 21

GAC - VOZES NA LUTA
Flak, Filho da Mãe, Vicente Palma, Bob da Rage Sense, Cão da Morte e Diego Armês c/ banda residente: Flak, Nuno Pessoa e Filipe Valentim.

23h30 . Concertos . Música Popular . PT

Bilhetes disponíveis na blueticket e locais habituais;

DIA 1 -
http://blueticket.pt/site/EventoDetalhe.aspx?ecomm=1&eventoId=1431&idiomaid=1&op=0

DIA 2 - http://blueticket.pt/site/EventoDetalhe.aspx?ecomm=1&eventoId=1432&idiomaid=1&op=0

(fonte: http://www.musicboxlisboa.com)

Queima da Fitas do Porto: Cartaz completo



A FAP anunciou hoje, terça-feira, as bandas que encerram o cartaz da Queima das Fitas 2012. O Queimódromo vai contar com a atuação dos escoceses Travis e dos portugueses Amor Electro, Azeitonas, Prana e os comediantes Quim Roscas & Zeca Estacionâncio.

A Federação Académica do Porto (FAP) anunciou hoje, terça-feira, as últimas bandas a atuar na Queima das Fitas 2012.

Travis é a última cabeça de cartaz confirmada. A banda escocesa vai tocar no palco do Queimódromo na quarta-feira, dia 9 de maio. No mesmo dia, a antecedê-los, vão estar os portugueses Amor Electro.

A FAP revela ainda a presença dos Azeitonas, na segunda-feira, e a dupla Quim Roscas & Zeca Estacionâncio na terça. Na quinta-feira, a abrir o concerto dos Xutos & Pontapés, vão estar os portugueses Prana, que integram a banda sonora da série "Pai à Força", da RTP1.
Finalmente, na sexta-feira, além de Steve Aoki, o palco do Queimódromo vai contar, em DJ set, com Tim Royko e Jean Elan e, em live act, com Cosmo Klein e Steve Edwards.

Estes nomes juntam-se aos já confirmados Basic Black, Grupo Revelação,Rui Veloso, Steve Aoki, Boss AC, Buraka Som Sistema, Paus e Nu Soul Family e fecham, assim, o cartaz da Queima das Fitas 2012.

A FAP avança, ainda, o preço dos bilhetes. Para os estudantes, os bilhetes custam 7,5 euros todos os dias, exceto nas noites de quinta e sexta, cujo preço é de 8 euros. Para os não estudantes, os preços são de 14 e 14,5 euros. Assim, verifica-se uma subida de 50 cêntimos para os estudantes e de um euro para os não estudantes. (fonte: http://jpn.icicom.up.pt)