sábado, 31 de março de 2012

Guimarães 2012: Simantra Grupo de Percussão


 

Formado no ano de 2009, o Simantra Grupo de Percussão dedica-se a executar repertório escrito especificamente para percussão.
O grupo funciona como um laboratório de pesquisa, interagindo com diferentes expressões artísticas (artes do corpo e artes visuais). Pretendem ilustrar novos caminhos e lançar novos olhares sobre a performance musical. O espetáculo integrado no âmbito da programação de Guimarães 2012 Capital Europeia da Cultura apresenta peças de caráter intimista, minimalista e atonal, experimentando misturas de sons de percussão com sons eletroacústicos, marimbas, vibrafone e crótalos. Uma performance multifacetada que significará um momento raro de sonoridades por explorar.

Sábado, 21 Abril | 22h00
Música | Pequeno Auditório

Novo Centro de Interpretação Judaica

Trancoso (foto D.R.)


A Câmara Municipal de Trancoso está a construir o novo Centro de Interpretação Judaica «Isaac Cardoso», equipamento que visa difundir a história e cultura daquela Comunidade na região.

Esta obra está integrada no Programa de Regeneração Urbana de Trancoso, com um investimento superior a 1,184 milhões de euros e comparticipação comunitária de aproximadamente 895 mil euros.

O edifício vai integrar a Sinagoga «Beit Mayim Hayim» (Casa das Águas Vivas), “réplica” de uma sinagoga Sefardita, salas de exposições, polivalentes, um memorial dedicado às vitimas da Inquisição, um espaço dedicado à evocação da Água, aos testemunhos documentais e inscrições que testemunham a presença dos Judeus em Trancoso.

O presidente da autarquia, Júlio Sarmento, está convicto de que este edifício vai ser «uma peça importante para a regeneração e revitalização do Centro Histórico de Trancoso», potenciando a «atração de visitantes nacionais e sobretudo estrangeiros».

O edil reconheceu ainda que a construção do Centro de Interpretação Judaica está a despertar o «interesse e curiosidade em Portugal e nas comunidades judaicas do estrangeiro», entre as quais, a de Verona e Livorno, em Itália. (fonte: http://www.abola.pt)

Exposição colectiva dos artistas José de Guimarães e Luís Queimadela em Almancil



A galeria o Rastro-Algarve, em São Lourenço, Almancil, concelho de Loulé, vai inaugurar no dia 7 de Abril, pelas 18:00 horas, a exposição colectiva dos artistas José de Guimarães e Luís Queimadela.

José de Guimarães é considerado um dos principais artistas plásticos portugueses de arte contemporânea. Com uma obra notável, particularmente na pintura, fez também incursões na escultura e noutras atividades criativas.

Na sua obra, a cor desempenha um papel fundamental e a sua temática principal é o corpo humano. Na sua génese, o trabalho de José de Guimarães poderá ser considerado, fundamentalmente, como uma síntese da arte europeia com a etnografia africana.

Luis Queimadela iniciou a sua atividade como pintor por volta de 1990, participando em várias exposições. Em 1993, iniciou também a sua atividade na escultura, tendo trabalhos de grande dimensão em pedra, aços e bronzes espalhados pelo país.

A exposição estará patente ao público até ao dia 7 de maio. (fontes: http://www.regiao-sul.pt)

Ilha do Corvo retratada no documentário: “É na terra não é na lua”


O realizador português Gonçalo Tocha esteve mais de um ano a registar a vida na ilha açoriana do Corvo, condensando esse trabalho no documentário “É na terra não é na lua”, que se estreia hoje nos cinemas. 
Gonçalo Tocha iniciou o projeto “É na terra não é na lua” em 2007 e esteve quatro anos a tentar fazer um filme a partir das imagens que recolheu em “um ano e meio de idas e voltas” à pequena ilha açoriana.
Em declarações à Lusa, o realizador explicou que, na rodagem, acabou por fazer algo como um “arquivo contemporâneo em movimento”, com a equipa a filmar tudo o que conseguia.
A ilha do Corvo, em Portugal, “é dos poucos sítios no Mundo – como é uma micro-comunidade fechada em si própria – onde é possível ter esta ideia meio louca de tentar filmar tudo”, acredita Gonçalo Tocha. 

Perante um “arquivo gigante”, Gonçalo Tocha optou por fazer “uma espécie de diário”, algo “em construção”. Daí a opção pelos capítulos, que vão deixando o produto final “em aberto”. 
Da experiência de rodagem e da vivência de tantos meses na ilha, Gonçalo Tocha recorda “um sítio claustrofóbico”, que provoca “u­ma ambiguidade de sentimentos”, entre a “paixão enorme por aquele lugar no meio do Atlântico” e “algu­ma alergia, quase, a certos comportamentos de vida”. 

“É muito difícil entrar no Corvo para filmar”, relatou. Foi pela “continuidade” que a equipa conquistou a ilha: “De repente começámos a pertencer, já não interessava se estávamos com a câmara ou não.”



O documentário, premiado no DocLisboa, chegou a ser exibido no ano passado para os habitantes do Corvo e já percorreu vários festivais internacionais, nomeadamente na Suíça, onde recebeu uma menção honrosa no Festival de Locarno, na Dinamarca, Canadá e Chile.


Feita a estreia comercial, “É na terra não é na lua” é exibido em Abril e Maio em seis festivais, quase todos em competição internacional, no Brasil (Festival Interna­cional Documentário de São Paulo e Rio de Janeiro), Argentina (BAFICI), Estados Unidos (San Francisco International Film Festival), Coreia do Sul (Jeonju International Film Festival) e Espanha (Documenta Madrid). 

De 14 a 21 de Abril integra a seleção do Panazorean International Film Festival, em São Miguel, Açores. Gonçalo Tocha, nascido em 19­79, assinou em 2006 a primeira longa-metragem, “Balou”, premiada no ano seguinte no festival IndieLisboa. 

Museu de Arte Antiga expõe no Colombo


Criada com o objectivo de promover movimentos e actividades culturais fora dos seus espaços tradicionais, esta iniciativa foi lançada em 2011, através de uma parceria com Museu Colecção Berardo.
"Estamos perante uma experiência única que tem continuidade do ano passado, onde tivemos uma aceitação muito positiva por parte dos nossos clientes, que nos incentivaram a estender o projecto para 2012", disse Paulo Gomes, director do Centro Colombo, numa conferência de imprensa realizada na manhã desta quinta-feira.
Num projecto que visa proporcionar aos visitantes a oportunidade de interagir com a arte de uma forma natural e espontânea, em contextos muito distintos dos museus e galerias onde esta é habitualmente apresentada, o responsável do espaço comercial acrescentou que "a organização está confiante que o MNAA irá conseguir atingir o objectivo de capturar novos públicos e trazer a arte para fora dos espaços habituais".
"Conseguimos unir dois universos que pareciam distanciados mas que têm muito em comum: O Mundo dos museus e os espaços comerciais", referiu António Filipe Pimentel, director do MNAA.
Localizadas na Praça Central do Centro Comercial Colombo, as duas exposições podem ser visitadas entre 29 de Março e 30 de Outubro.
A ‘Perfeita' e o ‘Anjo Músico' são duas das peças que integram a primeira exposição - 'Construir Portugal. A Arte da Idade Média', representando importantes fragmentos do Mosteiro da Batalha e estabelecendo a ponte com a segunda exposição - ‘Desenhando o Mundo. Arte da época dos Descobrimentos', que estará aberta ao público a partir do dia 1 de Julho.
As duas exposições foram criadas especificamente para o Colombo pelo historiador de arte Anísio Franco, conservador do MNAA. (fonte: http://www.cmjornal.xl.pt)

Comunicado: Casa Cultura Portugal



Em pouco tempo já ultrapassamos as 10.000 visualizações de páginas e por isso, agradeço profundamente a todos aqueles que contribuíram para atingir este número.

O blog CasaCultura, nasceu com o ambicioso intuito de ser uma plataforma de divulgação de eventos culturais portugueses. Sabendo que mesmo assim é muito pequeno o nosso contributo para a divulgação da Cultura Portuguesa, o nosso objectivo contínua a ser, o de elevar mais alto, aquilo que nos torna únicos, A NOSSA CULTURA.


Sempre disponível para quem quiser entrar em contacto connosco, através do nosso e-mail: casaculturaportugal@gmail.com  

Muito Obrigado a Todos!!
   

quinta-feira, 29 de março de 2012

Index-Festival de Cinema e Experimentação - Abrantes


Um grupo de alunos da Escola Superior de Tecnologia de Abrantes reuniu-se depois de uma aula em torno de uma ideia. O resultado está à porta: de 30 de Março a 1 de Abril realiza-se o Index - Festival de Cinema e Experimentação, no Cineteatro São Pedro, em Abrantes.

Esta primeira edição é totalmente dedicada à arte experimental portuguesa. Andreia Carvalho, representante da associação cultural Vastaplateiaresponsável pela organização do evento, explicou ao P3 que este não é apenas um festival de cinema. “É um festival onde a arte se conjuga entre si tendo como base o experimentalismo”.

Para além das sessões de curtas-metragens, o programa inclui concertos, workshops de som e fotografia, exposições e festas um pouco por toda a cidade. Na abertura do festival haverá concertos ao ar livre com as actuações de Tiago Pereira e SAUR. Num dos intervalos das competições, está prevista uma instalação em palco e um espectáculo de André Natanael. Durante o Index serão ainda apresentadas retrospectivas de artistas nacionais como Tiago Pereira, Edgar Pêra e Emídio Buchinho.

Festival custo zero
Este é um festival a custo zero: as entradas são grátis e o alojamento também. O antigo edifício do antigo quartel dos bombeiros está a dispor de todos os interessados em participar que não têm onde ficar.

Os jovens lamentam a falta de apoios monetários, tanto das organizações públicas, como das privadas. “É triste que o país esteja a mergulhar neste caos cultural e que use a nova Capital Europeia da Cultura como ‘guarda-chuva’”, disse ao P3 Andreia Soares.

Mas as expectativas para esta edição são grandes. Os jovens organizadores esperam uma “vasta plateia”. “Queremos que o público, especialmente o abrantino, se renda um pouco mais a este evento”, explica a responsável pela associação que organiza o evento. Os estudantes acreditam que o festival vai trazer dinamismo à cidade. “Abrantes precisa de ‘sangue novo’ na cultura. E o resto do país também”, diz Andreia.

“Mais do que um festival de cinema, é uma tentativa de apelar ao apoio na cultura e à criação de uma defesa pela educação universitária dentro do campo da arte”, acrescenta. A próxima edição do festival já está nos planos destes jovens. “Quando nos propusemos a fazer a primeira edição, pensámos de imediato na segunda e na terceira”. Para o ano querem apostar na projecção internacional do festival apesar de terem consciência de que “não é nada fácil” mediante “o estado em que o país se encontra a nível cultural”. (Fonte: http://p3.publico.pt)