sexta-feira, 23 de março de 2012

Pastilhas Gorila estão de regresso

 


Depois de dez anos fora dos mercados nacionais, os famosos cromos com a imagem do gorila voltam a atacar. Com imagem renovada e novos sabores, o regresso das pastilhas Gorila está marcado para Maio.
Símbolo da juventude para muitos portugueses, as pastilhas Gorila regressam agora com nova imagem, novos sabores e nova textura, apresentando-se por isso mais suaves. Os conhecidos cromos com a mascote permanecem, mas a empresa portuguesa detentora da marca, Lusiteca, diz ter algumas novidades para os consumidores.
De acordo com um porta-voz da empresa, para além dos sabores tradicionais, que se apresentam agora “mais prolongados”, existem também pastilhas com novos sabores, tais como: Maracujá, Limão, Tropicool (frutos tropicais) e Cola. Os famosos cromos mostram uma nova colecção que traz consigo a possibilidade de o consumidor ganhar prémios.
“As Gorila têm uma imagem forte, estão no imaginário das pessoas e estavam adormecidas e mais focadas nas exportações. Era difícil encontrá-las nos cafés”, explica Ana Paula Costa, presidente da empresa. Nos últimos dez anos, a empresa esteve praticamente focada nos mercados internacionais, o que fez com que 40 por cento da facturação viesse sobretudo das exportações.
Francisco Ramos, director-geral de áreas de negócio, afirma que a nível nacional é preciso apostar na venda em cafés, quiosques e tabacarias. A Lusiteca diz estar a trabalhar para seduzir os consumidores e conseguir “em quatro anos duplicar o volume de negócios”. 

Marisa Ferreira faz sucesso em Oslo



Nasceu em Guimarães em 1983, mas a sua carreira faz-se a cerca de 2500 quilómetros de distância. Marisa Ferreiravive e trabalha em Oslo, na Noruega, desde 2008. Ganhou uma bolsa do governo norueguês e hoje em dia dedica-se cem por cento à criação artística. Em Junho, os seus padrões estarão no Henie Onstad Kunstsenter, um dos mais prestigiados centros artísticos noruegueses, e também na Vestlandsutstillingen 2012, uma das mais importantes exposições anuais daquele país. Marisa tem uma instalação no Centro de Arte Rogaland — uma teia de malha metálica e de fitas de cetim — e acabou de entrar na valiosa colecção de arte Wintershall com três das obras da exposição “Colour+Form”. 


(fonte: http://p3.publico.pt)

Bat Eye: peças de design que são "pedaços de cidades"


 

Deixou a Arquitectura e singrou no design. O percurso parece-lhe natural já que “mudar para o que se gosta é sempre uma escolha fácil”, garante Marco Sousa, de 31 anos. Em Setembro de 2011, fundou a Bat Eye, uma empresa de peças de mobiliário para um nicho de mercado. Crise? Nem vê-la.

Percorre a cidade com um bloco e uma caneta entre dedos. Quando a inspiração surge, senta-se e desenha. O processo, repetido vezes sem conta, tanto lhe rouba cinco minutos, como cinco horas. Marco – que diz ter ainda muito para desenhar – só quer que as pessoas “levem pedaços de cidades para as suas casas, sob a forma de mobiliário”.

Com um investimento inicial de 20 mil euros, o projecto que casa design com tradição tem sido “um sucesso”, garante. Há peças vendidas que ainda nem sequer foram produzidas: “As pessoas apaixonaram-se logo pelo desenho”, diz, no qual promete privilegiar "excessivamente" o pormenor.

Elevar o mobiliário ao estatuto de arte
Exporta 90% daquilo que produz sobretudo para França, Inglaterra e Itália e garante que os compradores não discutem os preços. São peças de arte “apaixonantes, desafiadoras e requintadas”, refere o criador. A mais barata pode ser arrebatada por 1000 euros. É um candeeiro e chama-se “Ballet”. No extremo oposto há um aparador, o “Silhouette”, inspirado na frente ribeirinha do Porto. Os azulejos e o acabamento em pau-cetim desta peça feita 100 por cento à mão são alguns dos pormenores que podem, eventualmente, justificar o preço - 8000 euros.

 

A peça mais recente é um cadeirão inserido na “Porto Collection”, que já conta com dez obras. Para fechar a montra desta espécie de tributo à cidade onde nasceu e trabalha, Marco Sousa prevê lançar, até ao final de 2012, um aparador, uma mesa e um biombo.

No próximo ano, Londres ou Paris serão as cidades eleitas do jovem que ambiciona “criar peças de todo o mundo, para todo o mundo”. (fonte: http://p3.publico.pt)

Orquestra Barroca - Casa da Música


 

Dotado de virtuosismo e sensibilidade excepcionais, Andreas Staier é, para muitos, o maior pianista do mundo da música clássica, em particular nos instrumentos de época.

O músico alemão é presença assídua nos grandes festivais e nas maiores salas do mundo, onde se destaca pela musicalidade e pelo estilo invulgar. Staier "atira os estereótipos pela janela", nas palavras do "New York Times".


Neste regresso a Portugal, senta-se ao cravo para participar num programa que tem como ponto de partida "A Arte da Fuga", de Bach, que é contraposta a melodias saídas da pena do filho de Johann, Carl Phillip.

O concerto é dirigido pelo prestigiado Daniel Sepec, particularmente reconhecido pelo seu trabalho com Deutsche Kammerphilharmonie Bremen. O maestro participa no concerto também como solista, ao violino.

31-03. Sábado às 18h00  (na Sala Suggia. Concertos de Páscoa). 
€12 (sujeito a desconto). Jantar-concerto: €29 

Hot Chip entre as confirmações do Super Bock Super Rock

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Já há mais três nomes confirmados para o cartaz do festival Super Bock Super Rock. São eles Friendly FiresHot Chip e os portugueses Wraygunn.

A notícia foi avançada esta manhã na página de facebook do Super Bock Super Rock. Hot Chip actuam a 5 de Julho, enquanto Friendly Fires Wraygunn sobem ao palco no dia 6.





O nome de Lana Del Rey também surge como confirmado num artigo do site Dinheiro Vivo. Lana Del Rey já tem algumas datas marcadas na Europa em Julho, mas ainda não existe qualquer informação oficial por parte da organização.

O 18º Super Bock Super Rock está marcado para os dias 5, 6 e 7 de Julho na Herdade do Cabeço da Flauta, em Sesimbra. O bilhete diário custa €45 e o passe de três dias (campismo incluído desde o dia 4 de Julho) ficará nos €80, tal como na edição passada. (fonte: http://www.vousair.com)

23 de março, nasce Calouste Gulbenkian, o homem da Cultura

 
Hoje é dia de recordar Calouste Gulbenkian, um arménio naturalizado britânico que se destacou no setor petrolífero, tornando-se pioneiro no negócio do petróleo no Médio Oriente. Viria a desempenhar um importante papel no fomento da Cultura em Portugal. Nas, artes, assinala-se o 125.º aniversário do nascimento de Juan Gris, o mestre do cubismo.
Foi a sua herança cultural que viria a dar origem à criação da Fundação Calouste Gulbenkian, que nasce em 1955, depois da morte de Gulbenkian – homem amante da arte, dono de uma coleção de bens artísticos imensa, com mais de 6000 peças.

Calouste Gulbenkian reuniu um espólio infinito em áreas como pintura, escultura do antigo Egito, cerâmicas do Oriente, manuscritos, encadernações e livros antigos, mobiliário, têxteis, joalharia, moedas gregas, medalhas do Renascimento, entre outro tipo de peças.

Nasceu em Üsküdar (Arménia), a 23 de março de 1869, foi engenheiro e empresário, naturalizado britânico e viria a morrer em Lisboa, a 20 de julho de 1955.

Mário Leitão expõe na Biblioteca Municipal do Cadaval

Está patente até 30 de Março, na Biblioteca Municipal do Cadaval, uma exposição de pintura de Mário Leitão que homenageia compositores musicais nacionais e estrangeiros.

Na inauguração da exposição, a 10 de Março, o pintor explicou que na composição musical a expressão “Ad Libitum” quer dizer “à vontade” ou“conforme o intérprete quiser”.
A exposição assenta “nesse sentimento de liberdade total para pintar o que quero”. Já a designação “Opus 22” tem a ver com o facto de esta ser a sua vigésima segunda exposição individual.


De acordo com Mário Leitão, a música tem sido a verdadeira pedra de toque do seu trabalho, em que “o nome de cada quadro é sempre o nome de uma obra de um compositor”.
Tecnicamente, o Cubismo foi o caminho artístico por que enveredou, sendo as suas obras executadas a óleo sobre tela, com veladuras, utilizando sete camadas de tinta.


A exposição pode ser visitada à segunda-feira, das 14h00 às 18h00, de terça a sexta-feira, das 9h00 às 18h00, e ao sábado, das 9h00 às 13h00.


Mário Alberto Leitão Silva nasceu em Angola e reside actualmente em Almada. Licenciado em Engenharia Electrotécnica, exerceu funções na Câmara Municipal de Palmela, de onde se reformou recentemente, tendo sempre pintado como hobby.


Os seus quadros estão representados em diversas exposições colectivas e individuais de pintura, em Portugal e Espanha.


Para além de vários prémios, do seu currículo faz parte também a ilustração do livro de poesia “Ovadjilongo”, de Jorge Arrimar. (fonte: http://www.gazetacaldas.com)