Mirandela recebe a Festa da Alheira no próximo sábado, em “Homenagem a um povo, elogio à sua cultura e comemoração da Maravilha Vencedora da Gastronomia de Portugal”.
A cerimónia está marcada para as 20 horas, no Parque de Exposições da Reginorde, onde decorre a Feira da Alheira de Mirandela. O certame, organizado pela Associação Comercial e Industrial de Mirandela, arrancou no passado dia 18, com a presença do director regional de Agricultura e Pescas do Norte, Manuel Cardoso.
O responsável destacou o papel das unidades de produção de alheira no desenvolvimento económico local e regional. Segundo Manuel Cardoso, o sector movimenta 28 milhões de euros por ano e emprega mais de 500 trabalhadores em onze unidades de produção, sete das quais de alheira certificada. Existem ainda seis cozinhas regionais, às quais se deverão juntar outras vinte, que aguardam licenciamento.
Na cerimónia inaugural, o presidente da Câmara Municipal de Mirandela, António Branco, aproveitou para enviar recados ao Governo, reclamando a redução dos 23 por cento de IVA, alegando que a alheira é um produto certificado, com especificidade regional.
O presidente da ACIM, Jorge Morais, também focou o peso do sector na economia regional, tendo garantido o empenho daquela estrutura na organização da Expo Trás-os-Montes, que o NERBA vai promover em Bragança, no próximo mês de Abril.
Este ano, a Feira da Alheira desenrola-se ao longo de três fins-de-semana. No entanto, a organização está a ponderar alargar o certame a todo o mês de Março, após o repto lançado pelos expositores. O objectivo é tirar partido da época alta da Rota das Amendoeiras em Flor, que tem paragem obrigatória em Mirandela. (fonte: http://www.jornalnordeste.com)
As "ovinoites" prometem muita animação e grandes enchentes em 2012! Tudo porque o cartaz musical da 29ª edição da Ovibeja, que se realiza entre 27 de Abril e 1 de Maio, vai levar ao Parque de Feiras e Exposições de Beja nomes como Áurea, Tony Carreira ou o DJ Bob Sinclair.
Na primeira noite (sexta-feira, 27 de Abril), sobe ao palco Áurea, a cantora com raízes no Litoral Alentejano que foi eleita como artista do ano de 2012 pelos espectadores portugueses da MTV, seguida dos No DJ's Antena 3, dupla de DJ's composta por radialistas da Antena 3.
A 28 de Abril (sábado) a noite será de baladas e música romântica, esperando-se "casa cheia" durante a actuação de Tony Carreira.
Depois do grande ídolo da música nacional actuarão os DJ's FUNKyou2, dupla que já fez as primeiras partes de concertos de David Guetta ou dos Black Eyed Peas.
Na noite de 30 de Abril (domingo) o destaque vai para a música universitária local e para música electrónica, com a actuação de tunas académicas de Beja e do DJ bejense Frederico Barata.
As "ovinoites" termina a 1 de Maio (segunda-feira), com os decibéis no máximo pela mão dos DJ's Bob Sinclair (francês popularizado mundialmente com o tema "Love Generation"), André Alves e Frank Maurel.
Organizada pela ACOS – Agricultores do Sul, a 29ª edição da Ovibeja tem este ano como tema central "+ PRODUÇÃO". (fonte: http://correioalentejo.com)
Vai chegar a Lisboa em março a Game On, a maior exposição do mundo de
videojogos, que já recebeu a visita de mais de um milhão de pessoas. Lisboa será
a capital mundial dos videojogos entre 22 de março e 15 de julho de
2012.
Esta é a mais completa retrospetiva de videojogos dos séculos XX e
XXI e serão mais de 120 os videojogos disponíveis para jogar.
O certame,
que será acolhido pelo Museu de Arte Popular, junto ao Padrão dos
Descobrimentos, contará ainda com a exibição de 500 obras e storyboards
originais.
«Com a exibição das primeiras arcadas, até às mais
recentes plataformas virtuais, a exposição explora a sua história global,
cultura e futuro, celebrando, em simultâneo, a criatividade dos seus criadores»,
explica a empresa produtora em Portugal, a Mercado da Cultura, através da sua
marca Artstation, em comunicado.
Este será «um evento único, quer pela
presença de peças de coleções privadas, não acessíveis ao grande público, quer
pela oportunidade dos visitantes poderem jogar mais de 120 videojogos e arcadas,
como por exemplo, Pachinko, Spacewar e Computer Space».
O público poderá
optar por participar nas atividade paralelas programadas, como ciclo de cinema,
torneios, workshops, conferências, eventos em família, exposições temporárias e,
ainda, visitar a exposição interativa de jogos tradicionais.
A exposição
é constituída por vários espaços interativos, dedicados a diferentes temas: mais
de 120 jogos e arcadas jogáveis, nomeadamente, os primeiros computadores e
arcadas, consolas caseiras, jogos de lógica, ação, simuladores e, ainda, jogos
para crianças; apresentação de mais de 100 arcadas e consolas diferentes, que
representam a sua evolução nos últimos 40 anos; exibição de mais 500 obras e
storyboards originais; estudo de várias personagens que marcaram os videojogos,
por exemplo, Mario e Sonic; revelação do processo de criação e das estratégias
de vendas dos cinco videojogos com maior êxito; perspetiva sociológica dos jogos
como atividade de grupo, a sua globalização e personalização; músicas e filmes
que marcaram a história dos videojogos e futuro dos videojogos: apresentação dos
mais recentes desenvolvimentos. (fonte: http://www.agenciafinanceira.iol.pt)
A companhia internacional de teatro Footsbarn chegou no dia 27 de Fevereiro a
Guimarães, onde vai permanecer para uma residência artística até ao final de
Maio. O grupo de teatro itinerante instalou as suas tendas e caravanas na
cidade-berço, mais concretamente no Parque Desportivo de Creixomil. Será ali
que, depois de montada a tenda Village, o grupo pretende promover jantares
temáticos, jam sessions e workshops abertos ao público.
A passagem dos Footsbarn por Guimarães culmina com a apresentação - nos dias
21, 22 e 23 de Maio - do espectáculo final “Tempestade Indiana”, inspirado na
“Tempestade” de William Shakespeare. Trata-se de uma peça criada entre Portugal,
França e Índia, com uma equipa de artistas de sete nacionalidades diferentes,
entre os quais, cinco act ores e músicos de Kerala, no sudoeste da Índia. Depois
da estreia mundial da peça “Indian Tempest” em Guimarães 2012 Capital Europeia
da Cultura, os Footsbarn iniciam a digressão europeia, passando por locais
simbólicos como The Globe (Londres) ou Carré Theatre (Amesterdão).
A
residência dos Footsbarn em Guimarães constitui uma oportunidade única para a
comunidade estabelecer contacto com o dia-a-dia de uma companhia internacional e
com o universo das artes performativas. Além dos espectáculos de teatro e de
música que vão realizar durante a sua residência artística em Guimarães, os
Footsbarn partilham com os seus convidados - na Tenda Village - os filmes e
arquivos da companhia original “Nomadic Days”, da década de 80, em que a
companhia circulou entre Portugal e Espanha. (fonte: http://www.booking-portugal.com)
“Cosmos”, de Lautaro Vilo, é a mais recente produção do Teatro Oficina,
resultando de uma residência artística na cidade de Guimarães e envolvendo os
atores do Teatro Oficina.
A estreia absoluta irá acontecer a 09 de março às
22h00, no Espaço Oficina (Av. D. João IV, 1213 Cave), em Guimarães, e
permanecerá em cena no dia 10 também às 22h00 e dia 11 às 17h00.
Esta peça
inspira-se numa reflexão do autor acerca do processo de conhecimento progressivo
que trava com as suas personagens, e gira em torno duma família cujos irmãos já
são adultos e se reúnem para passar as festas de final do ano.
Entre os
nervos do reencontro e a conversa posta em dia das suas vidas, estes irmãos (por
momentos perfeitos estranhos) dispõem-se a desfrutar do momento de “comunhão”.
Porque esse é motivo destas reuniões e porque a alegria, mesmo que imposta, é a
melhor maneira para não se relacionarem demasiado. A obra define-se então como
uma investigação poética sobre as dificuldades e as impossibilidades de
partilhar a dor alheia.
“Cosmos” encontra-se integrado na programação de
Artes Performativas da Guimarães 2012 Capital Europeia da Cultura.
Numa
wikipediana e aleatória busca na internet encontro o sentido perfeito para esta
palavra, e encontro-a em mandarim, literalmente espaço-tempo, sentido fundador e
definidor do teatro. Estamos assim a começar este ano, tão simbólico e festivo,
pelo princípio certo, escolhendo acertadamente os nomes que nos pomos. Mas se
formos pelo sentidocomum da palavra chegamos a definições ainda mais reveladoras
desta escolha, expressões como sistema em harmonia provocam um sorriso nos
nossos espíritos e corações, já que é exatamente aquilo que estamos a construir
no Teatro Oficina: uma ideia de teatro, que é mais do que isso, é uma ideia de
criação no contexto de uma cidade, de um país e mais do que tudo isso, uma
certeza de crescimento estruturado, onde a capital europeia de cultura aparece
na altura certa, numa função mais de participação global de uma comunidade,
contrariando ambições de “ovo de Colombo” ou de deslumbramento com paixões
efémeras. Fazemos hoje aquilo que temos feito, criação dramatúrgica neste nosso
tempo real, com um conjunto de atores mais alargado, com uma forte componente de
formação paralela à criação, assumindo o risco que é este trabalho de pesquisa,
mas certos deste lento e efetivo caminho que outros começaram, e que alegremente
vamos continuando.
Com o Lautaro Vilo hoje, amanhã com o Jacinto Lucas Pires,
e de vez em quando com o Shakespeare, mas também com o João Henriques, o João
Pedro Vaz, o José Olivares, ou as Saras, a Diana, o Emílio, o Pedro, o Eduardo,
o André e a Alheli e o Ivo, vamos escolhendo os nomes que vamos pondo às coisas,
e as coisas são primeiro teatro, mas a seguir, um segundo depois, entram no
desígnio maior da cidade que nomeamos.
Marcos Barbosa, Diretor Artístico do
Teatro Oficina
“Cosmos” é a terceira aventura teatral ligada a esta bela
companhia de teatro. Em 2010, sendo nós apenas doisconhecidos com
boas referências recíprocas, Marcos Barbosa convidou-me para encenar “A
Fábrica”. No ano passado, o próprio encenou e interpretou “Um acto de comunhão”
e, neste caso, fui chamado novamente a participar neste evento tão significativo
que é Guimarães 2012 com esta nova peça de teatro. Há momentos em que nos
sentimos honrados e felizes e estes meses de trabalho foram exemplo disso.
Em
“Cosmos”, parti de uma afirmação de Ibsen que li em tempos. Ele disse que
conhecia as suas personagens gradualmente, à medida que escrevia uma peça de
teatro. Na primeira versão da obra, conhecia-os como se tivesse partilhado uma
viagem de comboio com os mesmos; na segunda, como se tivesse ido de férias com
eles e na terceira, já os conhecia como se fossem membros da sua família, de uma
forma profunda e com uma imagem tão clara que já nunca iria mudar.
Esta
afirmação, desde os tempos em que estudava, parecia-me muito motivadora e muito
problemática: motivadora no sentido de me questionar quando poderia chegar a
conhecer as personagens duma peça escrita por mim dessa maneira tão íntima.
Problemática, perturbadora, porque muitas vezes constatei que, em muitas
famílias, as personagens nunca chegam a conhecer-se profundamente. E, no
entanto, este misterioso grupo de estranhos que se relacionam entre si ao
longodas linhas que definem uma infância compartilhada, não deixa de ser a
âncora fundamental do mundo adulto. Muitas vezes o lugar a partir do
qual pensamos em herança, a partir do qual vemos o mundo: 'Na minha família
somos assim'. Vejo nas reuniões familiares um mistério, o encontro e a
impossibilidade de conhecimento como com qualquer pessoa no mundo, mas ainda
mais. Éentre os irmãos que muitas vezes convive o conhecimento mais íntimo com o
maior distanciamento. O resto é uma espécie de aventura louca e
momentos esquivos onde a reunião familiar naufraga em mares distintos de desejos
muitas vezes não correspondidos numa cidade contemporânea.
Lautaro Vilo,
Autor e Encenador (fonte: http://www.correiodominho.com)
A Biblioteca Municipal da Mealhada foi palco, na passada sexta-feira, dia 24 de fevereiro, do espectáculo “Recordar é viver”, apresentado pelo Grupo Cénico de Santa Cristina. Uma noite em que mais de uma centena de pessoas assistiu a uma retrospetiva histórica, desde o início da era da televisão até aos dias de hoje e relembrou momentos bem passados na companhia da “caixinha mágica”.
Através de momentos teatrais, musicais e muita alegria, 109 pessoas puderam recordar os programas, as novelas, os festivais e os anúncios de outros tempos. Se os mais velhos viajaram no tempo com alguma emotividade, os mais novos ficaram surpreendidos e divertiram-se com o que prendia os portugueses à televisão.
“Mais uma vez a Biblioteca Municipal foi pequena para acolher o público que compareceu em grande número. Os serões têm-se revelado uma iniciativa de sucesso, pelo que as actividades à noite na Biblioteca irão continuar nos próximos meses”, avançou fonte daquele espaço cultural. (fonte: http://www.jornaldamealhada.com)
EP do projeto lisboeta sai para as lojas no final de março e vai ser
distribuído na Europa, Estados Unidos e Japão.
Os portugueses Gala Drop escreveram e gravaram o novo EP de originais,
Broda , em colaboração com Ben Chasny, do projeto Six Organs of
Admittance. O registo, misturado e masterizado por Rafael Toral, chega às lojas
no dia 30 de março (veja a capa abaixo e ouça também um teaser do álbum e o tema
"Broda").
Broda vai ter edição em vinil e tem distribuição assegurada na Europa,
Estados Unidos e Japão. A banda tem também atuações agendadas para Espanha,
França, Bélgica, Holanda e Alemanha, apresentando-se em Portugal nos dias 13 de
março (Salão Brazil, Coimbra), 30 de março (Lux, Lisboa) e 31 de março (Centro
Cultural Vila Flor, Guimarães).
O concerto em Lisboa - bilhetes a €12,00 - contará com as atuações dos
convidados Hype Williams e Tropa Macaca e DJ sets de Kyle Hall e Brian DeGraw
(dos Gang Gang Dance).
Os Gala Drop têm também o nome inscrito nos cartazes dos festivais Optimus
Primavera Sound, que se realiza no Porto entre os dias 7 e 10 de junho, e Boom,
que volta a Idanha-a-Nova no início de agosto. (fonte: Blitz)